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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Segunda-feira, 01.07.13

A RAPOSA NÃO COME GALINHA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da segunda-feira, 1 de Julho de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

Se às 5h30 da quarta-feira, 26 de Junho de 2013 colocávamos a questão dos Dorado, Marcial e Enrique e a amizade deste com Julen Elorriaga, Vera, Barrionuevo e F. González, guarda civil também CONHECIDO de Almúnia, eis que, em plena Greve Geral em Portugal que produz abalo IRREPARÁVEL do governo, o dito Sr. Almúnia chanta-se em Madrid a tomar café para anunciar uma outra ALMUNIADA contra os estaleiros navais PRIVADOS da Ria de Vigo e da da Ponte Vedra e não só, o mesmo que antes fizera com ASTANO-NAVANTIA, as VÍTIMAS de preferentes e subordinadas e mais antes muita outra coisa com Solchaga e Boyer, «filhos da puta» os três contra ASTANO e contra a Galiza e para além do Decreto de Reconversão Naval particularmente o Decreto para prorrogar o uso do letal AMIANTO com o concurso de CCOO-UGT, que torna os ministros de indústria, governos, partidos e sindicatos RÉUS DO CRIME DE GENOCÍDIO proletário com a cumplicidade das ditas «autoridades» europeias consentidoras do genocídio que alastra a Europa toda.

O Sr. Almúnia conseguiu que a Carmo Adão (BNG) apelasse, mesmo com o Feijó, para um acampamento em Bruxelas, agora que chega o verão e os incêndios, na defesa dos estaleiros navais PRIVADOS de Vigo. Reparem que NUNCA tal cousa fizeram por ASTANO, estaleiro naval PÚBLICO, embora alguns nos oferecêramos para greve de fome em Bruxelas; nós pensamos que seria muito mais fácil e eficaz a dita oposição fazer greve de fome no interior do sequestrado Parlamento galego durante os tórridos meses de verão e mesmo chantar umas tendas de campanha nos jardins do dito parlamento para ver se a UIP VIII enviada pelo narcopresidente lhes faziam levantar o acampamento para ir embora depois de os identificar e denunciar por «resistência à autoridade».

O Sr. Almúnia conseguiu que os sindicatos anunciassem na rádio calendário de mobilizações do operariado dos estaleiros navais PRIVADOS e dos PÚBLICOS de Navantia porque a coisa não pode ser LOCAL nem COMARCAL, tem de ser ESTATAL porque não pode ser da Galiza e muito menos galego-portuguesa e nós, Don Gil, Gácio Caeiro, o Tojo e o CES sabemos das coitas do operariado dos estaleiros navais de Viana do Castelo e do nosso querido Portugal, do de Marselha e do europeu sem que sindicatos nem sindicalistas logrem pensar no proletariado português, no europeu e no mundial em termos de que a UNIÃO FAZ A FORÇA e de PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS! para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado, a começar pela fronteira galego-portuguesa que como todo o mundo sabe, o Minho não é fronteira, embora só para a LÍRICA, para a ÉPICA e proletária, já sabem, só CASTELHANO... E vejam que exemplo mais notável de «internacionalismo proletário» ou solidariedade NACIONAL? dariam as deputadas Ana Miranda (BNG) e Marisa Matias (BE) em greve de fome no Parlamento Europeu em defesa do PROLETARIADO dos estaleiros navais galego-portugueses e imaginem que alastra para outros deputados e deputadas de outros países, por exemplo a Bélgica e a Holanda, o que seria então do Almúnia, do Olli Rehn e dos outros Comissários europeus?

O Sr. Almúnia conseguiu tornar o narcopresidente e vice-presidente Feijó-Rueda em ativistas obreiros dispostos a defender a UNIDADE da classe, o mesminho que o Sr.Sória. Não raro este fenómeno, já acontecera com Mussolini e assim acabou.

O Sr. Almúnia conseguiu que o RACISTA Urkullu não lhe reclame que «suba las escaleras» como lhe reclamou a Rajoy ou Francesc Home lhe reclamou ao PSC.

O Sr. Almúnia conseguiu que AGE e Beiras apelassem contra o TAX LEASE e não por ASTANO CONSTRUIR BARCOS, já sabem MENOS NARCOS E MAIS BARCOS, como os construídos pelo pai e o tio da Iolanda Dias sem que ela venere a ocupação paternal e familiar como não venera, mesmo renega, o filho do operário de ASTANO, O TIRANO de Ferrol JMRei.

O Sr. Almúnia conseguiu que o seu camarada de partido, Patxi Vazquez, pedisse a sua DEMISSÃO POR TRAIDOR à Galiza... o que não conseguiu é que o EXPULSASSEM do PSOE embora tanto CRIME COMETIDO; e Guterres chefe socialista asturiano que «combaterão Almúnia por todos os meios» exceto EXPULSA-LO DO PSOE...

O Sr. Almúnia conseguiu que a CIG apele para greve geral COMARCAL em Vigo, nem com Ferrol, nem galega nem galego-portuguesa...

O Sr. Almúnia conseguiu o que nenhum dos seus antecessores, Van Der Miert, Mario Monti, Neelie Kroes, conseguiram embora o dano que fizeram ao proletariado galego-português e europeu do Setor da Construção Naval, Siderurgia e muita outra coisa fora bem mais grande do dano que o que está a fazer o Sr. Almúnia. Os antecessores de Almúnia ao serviço dos interesses MILITARES DOS EUA ENCERRARAM os estaleiros navais de ASTANO E LISNAVE para a Coreia do Sul chegar a ter o MONOPÓLIO da contratação e construção naval mundial que agora parece que ostenta a Holanda em termos de penetração financeira nos estaleiros navais da Coreia do Sul e não apenas.

O que o proletariado galego-português TEM DE CONSEGUIR é a derrocada dos governos galego, português, espanhol e europeu para instaurar, como defendia Lenine no começo da primeira Guerra Mundial, os Estados Unidos Republicanos da Europa com a Independência dos povos oprimidos, numa palavra, instaurar a União de Repúblicas Socialistas Europeias a meio da INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, segunda-feira, 1 de Julho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 21:03

Segunda-feira, 01.07.13

SANIDADE PÚBLICA, GRATUITA E UNIVERSAL (distribuídas 500 folhas às 19h00 da quinta-feira, 27 de Junho de 2013 na manifestação em Ferrol em favor da sanidade pública)


 
PARA TODOS POR IGUAL? Vejam que não. NUNCA uma mulher pode exercer o seu direito LEGAL ao aborto no Hospital Arquiteto Marcide. A metade da população da área sanitária tem PROIBIDO esse direito. Por que? Porque um fato de HIPÓCRITAS, alegados defensores da VIDA, da sua boa VIDA, desde Perez de Mendanha pela direita até Ferro pela esquerda, declararam-se OBJETORES e durante décadas se veem negando a cumprir a lei do aborto VIOLANDO O DIREITO de cerca de cem mil mulheres da área sanitária, dentre elas as suas próprias companheiras de trabalho no H. A. Marcide. Para as mulheres, relativamente ao aborto, a sanidade nem pública nem gratuita nem universal em A. Marcide.

As entidades integrantes da Plataforma convocante desta manifestação não se querem inteirar dos sofrimentos e danos causados a muitas mulheres da área sanitária de Ferrol obrigadas a viajar para exercerem esse direito ao aborto, daí que não reivindiquem o exercício desse direito em Arquitecto Marcide. Daí que na tabela reivindicativa OCULTEM justo isto: o aborto, um direito legal conculcado à metade da população que são mulheres.

Temos de DENUNCIAR uma e outra vez a falta de COERÊNCIA de BNG-CIG ao integrar nas suas fileiras o ginecólogo Ferro a VIOLAR o direito ao aborto das suas companheiras de partido e sindicato para além da população feminina da área. Não podemos CALAR o contraditório que resulta ouvir-lhes a Esquerda Unida, PSOE, etc. grandes discursos em favor dos direitos das mulheres particularmente ao aborto e não reivindicar o exercício desse direito em Arquiteto Marcide. Que podemos dizer da Marcha Mundial das Mulheres a permitirem, sem o DENUNCIAR, um status causado pelos objetores que IMPEDE às mulheres exercer esse direito em A. Marcide. Ou os sindicatos CCOO-UGT, ou... Imaginam uma situação em que os cirurgiões se declarassem objetores e deixassem de operar em A. Marcide? Ou os anestesistas? Ou...?

Tudo acontece, em nossa opinião, pela falta de DEMOCRACIA. O primeiro que tínhamos que reivindicar e conseguir é a ELEIÇÃO DEMOCRÁTICA, pelos pacientes-utentes e pessoal sanitário, da DIRIGÊNCIA de A. Marcide, centros de saúde... e esta governar às ordens das pessoas que a elegeram.

ACABAR COM A TIRANIA do partido governante que IMPÕE tipos como Facio... Quem é Facio? É rico, é pobre? É democrata, é tirano? Ou é da aristocracia mega-médica que se LUCRA derivando recursos públicos para a privada? Por que temos que estar mantendo com os nossos impostos um Hospital Geral onde realiza consultas PRIVADAS a máfia médica falangista? Por que não funciona o H. Naval na sua totalidade ou encerram o Nóvoa Santos? Será devido a que o financiamento público do H. Geral deixa de ser investido no Naval e Nóvoa Santos? Por que não ocupamos o H. Geral? Não o pagamos nós? TORNEMOS PÚBLICO O H. GERAL!

Nós achamos que entre mentres não governem os hospitais e a rede de saúde os pacientes-utentes, não haverá DEMOCRACIA e os nossos direitos à seguridade, bem-estar, saúde e VIDA NUNCA estarão garantidos, daí a importância de nos organizarmos nos próprios hospitais, centros de saúde... fazendo assembleias neles, elaborando tabelas reivindicativas, exigindo conhecer as contas, em que se investe o nosso dinheiro, mobilizando-nos em defesa da VIDA, da nossa vida, exigindo dos médicos, pessoal sanitário e autoridades sanitárias uma saúde pública que não nos mate, um habitat que não nos mate: encarcerar os assassinos que tudo poluem com substâncias venenosas ou cancerígenas, a terra, o mar, o ar, a agua, os alimentos... tudo com as denuncias e estudos dos médicos certificando a letalidade das ditas substâncias em pacientes concretos: morte por cancro devido ao amianto, às dioxinas, furanos, arsénicos, linhas de alta-tensão, «lodos tóxicos», etc. A solução integral está na DEMOCRACIA SOCIALISTA com a derrocada do CAPITALISMO a meio da INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, Quinta-Feira, 27 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 20:58

Segunda-feira, 01.07.13

GREVE GERAL EM 27 DE JUNHO E CORRUPÇÃO CAPITALISTA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h10 da quarta-feira, 26 de Junho de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

A ESTRAGADA IMAGEM DO PP arranja-se com as arcadas da Arantza Quiroga que vomita Bárcenas, narcotráficos, guarda civil Galindo, Dorados, Marcial amigo de Feijó e Enrique amigo de Julen Elorriaga, Vera, Barrionuevo e F. Gonzalez, sequestro, tortura e assassinatos, Intxaurrondos, trata de «brancas, negras e doutras cores», CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE, muita CORRUPÇÃO E IMPUNIDADE para os que durante mais de trinta anos implementaram o princípio de que as leis como as mulheres estão para VIOLÁ-LAS, uns disfarçados de feministas para VIOLAR as proletárias e os outros sem qualquer disfarce.

Quantificar os vómitos de Arantza Quiroga em dezenas ou centenas de milhar de milhões de Euros é difícil mas não impossível trabalho de economistas. A nós nos resta comparar «grosso modo» os 47 M€ do Bárcenas nas contas suíças ou as viagens, sobres e sobre soldos do Aznar e família, todo o que está a denunciar Rubalcabra através de El País e a SER, com os cerca de 30.000 M€ das DESPESAS MILITARES, quer dizer, A CORRUPÇÃO, que como o valor, se lhe supõe aos almirantes e generais que propõem e os políticos no governo dispõem: A CORRUPÇÃO no complexo militar-industrial do Reino da Espanha e as suas ligações internacionais sobretudo com o complexo militar-industrial dos EUA.

E reparem que não chega comparar Bárcenas com as despesas militares porque só pensar nos lucros do narcotráfico nestes últimos 30 anos e os da prostituição em que o envolvimento da Guarda Civil particularmente das unidades específicas para os combater produz inúmeros resultados nas procuras através da Internet, tanto, que dá para escrever uma história do envolvimento da Guarda Civil no narcotráfico e prostituição-pornografia ou uma história do envolvimento e financiamento do PP através do narcotráfico e prostituição nestas três passadas décadas.

E vejam que tudo se quer tapar: o Feijó declarando SECRETOS os documentos relativos à sua amizade com o Marcial Dorado ou os da fusão das Caixas, onde a lavagem de dinheiro fazia parte da «normalidade» (também o Almúnia, ministro companheiro de Vera, Barrionuevo e Felipe González) ou querendo eliminar o Conselho de Contas, o Valedor do Povo e outros mecanismos de CONTROLO, escasso mas controle. O Pedro Morenés, o Pedro Argüelles, o almirante da Armada Fernando Garcia Sánchez, o Chefe de Estado Maior do Exército do Ar, general Francisco Javier Garcia Arnaiz, o Assessor Jurídico Geral da Defesa, o Tribunal Militar Central e o coronel-chefe da Agrupação do Aquartelamento Aéreo de Getafe vão mais longe e PUNEM a juíza do Julgado Togado Territorial nº 12 de Madrid com rango de capitão por investigar «malversação de fundos» e «falsificação documental» na dita Agrupação Aérea de Getafe cujo coronel-chefe chegou mesmo a sequestrar no seu gabinete a juíza-capitão e uma tenente da GC a dirigir a Comissão Judicial.

Toda esta CORRUPÇÃO inerente ao CAPITALISMO e à sua TIRANIA POLÍTICA, que não descompõe a face da Arantza Quiroga, seria resolvida, e de IMEDIATO, pelas forças revolucionárias do SOCIALISMO, operariado, campesinado, soldados e marinheiros, em exercício DEMOCRÁTICO DO PODER ESTATAL. O exemplo do CONTIDO DEMOCRÁTICO dos decretos da PAZ e publicar acordos diplomáticos SECRETOS, o do direito de Autodeterminação dos povos, da organização do controle obreiro das empresas, da propriedade da terra e da habitat, da vivenda, da milícia operária, da imprensa CAPITALISTA, educação, Serviços Sociais, nacionalização de bancos e sistema financeiro, de igualdade de direitos de todos os militares, eleição democrática dos mandos nas Forças Armadas, abolição dos títulos da nobreza, estamentos e rangos civis, contra os especuladores, reduzir salários do funcionariado e empregados do Estado a começar pelos governantes, Comité Militar Revolucionário, Tribunal Militar Revolucionário dados e assinados a nome da República da Rússia pelo Presidente do Conselho de Comissários do Povo, V. Ulianov-Lenine, obriga a o estudar e atualizar.

CORRUPÇÃO inerente ao CAPITALISMO E À SUA TIRANIA POLÍTICA promovida pelo Rubalcabra-PSOE no seu PACTO com o PP «para Europa» que na VERDADE atenta claramente contra nós, contra a Galiza, onde o PACTO da dita oposição para a derrocada do narcopresidente é muito mais do que um clamor que mesmo sai pela boca dos TRÊS cobardes REITORES das Universidades galegas que não querem assumir o seu dever de CONVOCAREM, eles, pessoas, entidades e instituições da Galiza, a Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do narcotráfico que esta a governar a Junta da Galiza. Oposição que com matizes teve um comportamento digno na defesa dos independentistas galegos nas trementes mãos do borracho, alcoolizado e CORROMPIDO Guevara.

CORRUPÇÃO inerente ao CAPITALISMO E À SUA TIRANIA POLÍTICA, a dos lugar-tenentes da classe capitalista Mendez, Tojo e CES a combaterem radicalmente a GREVE GERAL em Portugal convocada justo no dia do começo da cimeira europeia e que nós e muitas outras pessoas, entidades e instituições achamos tinha de ser convocada na Galiza e na Europa. Nós cumprimos com o nosso dever de denunciar a CORRUPÇÃO ideológica da dirigência sindical e apelar, mesmo tomar iniciativas, para a Greve Geral em 27 de Junho e consideramos positivo que nessa Quinta-Feira haja a maior quantidade de INICIATIVAS MOBILIZADORAS PROLETÁRIAS do Setor da Construção Naval e não apenas. REBELDIA contra a INAÇÃO da dirigência sindical abre caminho para acabar a CORRUPÇÃO E O CAPITALISMO com a derrocada dos governos do PP a meio da INSURREIÇÃO.
 
Em Ferrol, Quarta-Feira, 26 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 20:55

Segunda-feira, 01.07.13

CORRUPÇÃO E GREVE GERAL EM 27 DE JUNHO (distribuídas 450 folhas às 5h30-7h00 da quarta-feira, 19 de Junho de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Os almirantes e generais do Estado Maior da Defesa propõem e o Deus-governo dispõe. Dispõe um futuro saco de 30.000 M€ até o ano 2030 que se rege e baseia nas trampas financeiras e contáveis organizadas pelo Aznar no começo do seu governo que IMPEDEM QUALQUER CONTROLO DAS DESPESAS MILITARES (pessoal, fragatas, porta-helicópteros, submarinos S-80/74, tanques Leopard, caças EF-2000, helicópteros de transporte, equipas das telecomunicações...) para assim poder ROUBAR CÓMODA E IMPUNEMENTE. «Não há anunciada nenhuma auditoria ou investigação, o Congresso não exigiu explicações, ninguém destituído nem demitido». Chefe do Estado Maior da Defesa, Fernando Garcia Sanchez, Secretário de Estado da Defesa, Pedro Argüelles, ministro da Defesa Pedro Morenés...

A RACIONALIDADE ELEMENTAR INDICIA que os mais de 40 M€ nas contas suíças do Bárcenas não são nada comparadas com a ESPOLIAÇÃO CORRUPTA dos governos anteriores, do presente e dos futuros nas «brincadeiras» político-militares ou militares-políticas das GUERRAS e as suas operações não bancárias e bancárias. Se quiserem acrescentar as despesas do Ministério do Interior para outros corpos armados e mesmo doutros ministérios a comprar 60 milhões de vacinas contra gripes e outras doenças produzidas por Donald Rumsfeld terão INDÍCIOS, nunca exatos, da dimensão da DELINQUÊNCIA DE ESTADO, conceito não definido por Marx ou Lenine. Quanto se pode roubar cómoda e impunemente de uns orçamentos gerais do estado denominado Reino da Espanha de mais de 300.000 M€/ano ou dum PIB de um bilhão de Euros? Quanto dos orçamentos da UE? Quanto no mundo, particularmente nos EUA, Canadá, Japão...? Pensar apenas nisso pode ajudar a compreender o CAPITALISMO FINANCEIRO e a catadura moral dos CAPITALISTAS FINANCEIROS e os que os defendem, como Almúnia, que não fornecerá os documentos relativos à fusão das Caixas galegas solicitados pela Comissão de Investigação do Parlamento galego, em perfeita sintonia com o narcopresidente Feijó e o «narco» Marcial Dorado que também não querem mostrar qualquer documento que indicie ou prove os seus CRIMES CONTRA A HUMANIDADE, galega neste caso, exterminada com droga.

Ajuda, também, a compreender os CRIMES dos lugar-tenentes da classe capitalista, Tojo e Méndez, a IMPEDIREM A MOBILIZAÇÃO DO PROLETARIADO GALEGO UNIDO E DO PROLETARIADO DE TODOS OS PAÍSES UNIDO, o proletariado e os países oprimidos que como a Galiza mais estão a sofrer a RAPINA IMPERIALISTA E COLONIAL MUNDIAL, a começar pelos estaleiros navais de ASTANO, Ferrol-Vigo em que os imperialistas e colonialistas dos EUA, a Holanda e a Coreia do Sul PROÍBEM construir barcos para DESPEDIMENTOS E DESEMPREGO maciço do proletariado ferrolano, viguês, galego e português durante mais de 30 anos. A dirigência de CCOO e UGT, de UGT e CCOO é responsável da DESMOBILIZAÇÃO E DIVISÃO que lavrou a situação que estamos a padecer e padeceremos se não reagirmos convocando e organizando GREVE GERAL em 27 de Junho na Galiza e na Europa. A convocatória do Tojo-CES em 16 de Junho está pensada CONTRA a convocatória da GREVE GERAL em 27 de Junho acompanhando Portugal. A convocatória da «GREVE GERAL», reparem no cinismo da linguagem, em 20 de Junho para os estaleiros navais PRIVADOS nos territórios do Reino da Espanha é principalmente contra a Galiza porque DIVIDE o proletariado galego do Setor da Construção Naval em Ferrol e Vigo, porque IMPEDE A MOBILIZAÇÃO UNIDA FERROL-VIGO, porque IMPEDE A GREVE GERAL NA GALIZA motorizada por Vigo-Ferrol, porque ISOLA o proletariado de ASTANO-BAZAN e Ferrol como fizeram UGT-CCOO com a Coordenadora de Estaleiros Navais do Estado em 1978, MATANDO-A ao separar a Bazan da dita Coordenadora (e Bazan de ASTANO em Ferrol) e assinando os Acordos da Castelhana que inauguraram os EREs aplicados em ASTANO.

Uma das chaves do êxito de Lenine e os bolcheviques para trazer o SOCIALISMO à Rússia czarista e à Humanidade foi a POLITIZAÇÃO da classe obreira, estabelecer o princípio de que a reivindicação ECONÓMICA é inseparável da POLÍTICA. Não podemos reivindicar financiamento para o dique flutuante CALANDO A IMENSA CORRUPÇÃO que se adivinha arredor das DESPESAS MILITARES (o exemplo dos submarinos S-80/74 ou dos orçamentos de 6136 M€ que se tornam quase de repente em 9066 M€) CORRUPÇÃO em que estão envolvidos políticos, militares e financeiros. Temos que DENUNCIAR A CORRUPÇÃO DO COMPLEXO MILITAR-INDUSTRIAL não dos EUA, que também, mas o do Reino da Espanha particularmente o relativo à Armada e as DESPESAS QUE SE COME de dinheiro público pago com os nossos impostos em operações da NATO e outros esbanjamentos que produzem desemprego, fome, miséria, doença e morte da população proletária galega e não apenas.

A UNIDADE SINDICAL e mesmo a UNIDADE DA CLASSE OBREIRA na Galiza e não só não é uma enteléquia ou uma utopia IRREALIZÁVEL; é um objetivo pelo que BATALHAR todos os dias, em todos os âmbitos, com todos os médios para o alcançar. A atitude e o discurso de se acomodar, se resignar, à falta de UNIDADE SINDICAL é não entender a capacidade de transformar a realidade que tem a classe obreira ou uma parte significativa dela; é não querer entender que o COMBATE PROLETÁRIO transforma a realidade mais adversa; é não querer perceber (estamos a falar da dirigência da CIG) que o combate nas ruas e nas fábricas em favor da GREVE GERAL na Galiza em dia 27 de Junho acompanhando Portugal, OBRIGA a dirigência de UGT-CCOO a se posicionar, logrando assim na luta a UNIDADE SINDICAL como aconteceu com as três greves gerais de 1984 na Galiza, experiência a ESTUDAR E DIFUNDIR porque a UNIDADE SINDICAL e a UNIDADE da classe obreira determinarão a sua VITÓRIA, a chegada do SOCIALISMO a meio da INSURREIÇÃO.                                                        
 
Em Ferrol, Quinta-Feira, 20 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:52

Segunda-feira, 01.07.13

GREVE GERAL NA GALIZA E PORTUGAL, 27 DE JUNHO (distribuídas 1000 folhas às 12h00 da quarta-feira, 12 de Junho de 2013 na manifestação em Ferrol da greve comarcal)


 

Greve Comarcal em 12 de Junho em Ferrol-Eume-Ortegal em defesa do operariado do Setor da Construção Naval? Bravo pelos sindicatos convocantes! Convocam também os sindicatos Greve Comarcal no Arsenal Militar? Convidam os militares a participar? A União Faz a Força? Convocam os sindicatos Greve Comarcal em 12 de Junho na Ria de Vigo e na da Ponte Vedra em defesa do operariado do Setor da Construção Naval? Não são os sindicatos os que proclamam que mais de dez mil pessoas do operariado do Setor da Construção Naval PERDERAM O SEU EMPREGO em Vigo-Ponte Vedra? Não foram mais de dous mil em Ferrol? A União Faz a Força? Defendem os sindicatos às mais de doze mil pessoas do operariado às que lhes ROUBARAM O SEU EMPREGO? Sabem os sindicatos galegos que os sindicatos portugueses têm convocado GREVE GERAL para dia 27 de Junho? Anunciarão os sindicatos galegos GREVE GERAL para em dia 27 de Junho lutar com os sindicatos portugueses? A União Faz a Força? E o Tojo e o Mendez têm conhecimento? E a Confederação Europeia de Sindicatos, presidida por Tojo, sabe da convocatória? Anunciara ou anunciará o presidente da Confederação Europeia de Sindicatos GREVE GERAL na Europa para 27 de Junho? A União Faz a Força?

TODOS os sindicatos são IGUAIS? Permanecem «IMPASSÍVEL O ADEMÃO» perante, por exemplo, a DESFEITA das pensões? Um dos «espertos» não é de CCOO? Foi de «esperto» sem o conhecimento e autorização de Tojo e o sindicato? Não havia nenhum da UGT ou próximo a ela? E da CIG? Convocaram e realizaram GREVE GERAL em Euskal Herria LAB-ELA-STB em dia 30 de Maio? Em 31 de Maio, convocou a CGTP GREVE GERAL em Portugal para dia 27 de Junho? E a CIG? E os sindicatos bascos? E os outros sindicatos europeus? A União Faz a Força?

Suso Seixo (CIG): «se CCOO-UGT não convocam, a CIG só, NÃO pode»; um outro dirigente da CIG: «não há condições»... Não há condições OBJETIVAS OU SUBJETIVAS? Condições OBJETIVAS há mas a gente não responde? Não há condições SUBJETIVAS porque a gente não responde? A gente ou o diri-gente? Mostra-se o diri-gente alegre, combativo, esperançoso, otimista, com fé na VITÓRIA do proletariado, CONFIA NO OPERARIADO? Mostra-se triste, vencido, desesperançado, pessimista, com fé na DERROTA do proletariado, DESCONFIA DO OPERARIADO nomeadamente do DESEMPREGADO porque ao perder o EMPREGO deixa de pagar o sindicato? O operariado DESEMPREGADO tem de pagar o sindicato? Quanto? O diri-gente organiza e mobiliza o operariado nomeadamente o DESEMPREGADO? Acha o diri-gente que o operariado, particularmente o DESEMPREGADO, organizado e mobilizado fora do seu sindicato NÃO ESTÁ ORGANIZADO? Promove o diri-gente assembleias, pontos de encontro... do operariado DESEMPREGADO? E do empregado, promove o diri-gente assembleias dos submetidos a EREs? Denuncia e combate o diri-gente que operariado da Telefónica, ENDESA e outras empresas grandes, submetido a EREs, cobre uma parte do seu salário paga pelo INEM no entanto centenas de milhares na Galiza e nos territórios Reino milhões de pessoas DESEMPREGADAS NÃO COBRAM NADA? Como o INEM paga pessoas EMPREGADAS E NÃO PAGA DESEMPREGADAS? Promove o diri-gente assembleias e conferências dos Comités de Empresas submetidas a EREs ou não? Promove o diri-gente o operariado se fazer com as empresas em falência, sabotadas pelos donos ou os poderes públicos, para continuarem a produzir? Promove e organiza o diri-gente COMEDORES POPULARES para as pessoas filiadas e não filiadas NÃO passarem fome? Promove o diri-gente o assalto e ocupação das COZINHAS ECONÓMICAS para desalojar falangistas, curas e monjas que lhas ROUBARAM a comunistas e frente-populistas? E as «Casas-Cunas» ou Fogares-Infantís? E os despejos? Promove o diri-gente a luta para OBRIGAR A CUMPRIR A LEI ao Instituto Galego do Vivenda e Solo, quer dizer, comprar SOLO e construir VIVENDAS SOCIAIS para o DESPOSSUÍDO operariado?

Quer o diri-gente o PROLETARIADO TOMAR O PODER? Sabe o dirigente que o direito de INSURREIÇÃO é um direito DEMOCRÁTICO reconhecido na lei como qualquer outro seja civil, político, económico, social ou cultural? Sabe o diri-gente que o direito de AUTODETERMINAÇÃO do povo galego, da Galiza, é um direito DEMOCRÁTICO reconhecido na lei como qualquer outro que mesmo OBRIGA El-Rei e Rajoy AO PROMOVER? Sabe o diri-gente que o PP é um partido franquista que acaba de tomar e ocupar por assalto o Tribunal Constitucional para perpetuar o franquismo, a DITADURA? Sabe o diri-gente que o Sr. Feijó, presidente da Junta da Galiza, é ALTAMENTE SUSPEITO de estar ENVOLVIDO no narcotráfico durante mais de uma década de ocupar cargos públicos? Sabe o diri-gente que a Galiza não pode ter um presidente NARCOTRAFICANTE? Lucrou-se o diri-gente de CCOO com a relação amatória da diri-gente de CCOO da SAÚDE galega de «bikini amarilho (sic)» com o dirigente do SERGAS, INSALUD E NARCOPRESIDENTE FEIJÓ?

Perante este quadro, o proletariado consciente, integrantes de Comités de Empresa, representantes sindicais, quadros sindicais, pessoas filiadas ou não... Que podemos FAZER? Podemos fazer uma Assembleia Nacional e PROLETÁRIA da Galiza às 11h00 do Sábado, 15 de Junho perante o Palácio de Congressos em Compostela para CONVOCAR E ORGANIZAR A GREVE GERAL COM PORTUGAL EM 27 DE JUNHO? Quem no-lo IMPEDE? Haverá duas mil pessoas do PROLETARIADO na Galiza de acordo com a GREVE GERAL em dia 27 e prontas para assistir à Assembleia Nacional para a CONVOCAR E ORGANIZAR? Com certeza! Haverá mesmo muitas mais de acordo com a GREVE GERAL da Galiza com Portugal e um número mais do que suficiente para assistir à CONVOCAR E ORGANIZAR, o mesmo que, para a DERROCADA DO PP, CONVOCAR E ORGANIZAR A INSURREIÇÃO.                    
 
 Em Ferrol, Quarta-Feira, 12 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:49

Segunda-feira, 01.07.13

27 DE JUNHO, GREVE GERAL NA GALIZA E PORTUGAL (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da quarta-feira, 5 de Junho de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 
Hoje podemos afirmar que na Galiza Sul está convocada GREVE GERAL para Quinta-Feira, 27 de Junho de 2013, convocatória feita pela CGTP assumida pela UGT. O proletariado e o povo português mobilizar-se-ão por uma Galiza Sul DESENVOLVIDA E SOBERANA, CONTRA A COLONIZAÇÃO DE PORTUGAL. Realçamos os objetivos da greve geral na Galiza Sul, na Galiza do além-Minho, em Portugal, porque são IDÊNTICOS e perfeitamente próprios da Galiza Norte, da Galiza do aquém-Minho; vejam: GREVE GERAL em 27 de Junho por uma Galiza DESENVOLVIDA E SOBERANA, CONTRA A COLONIZAÇÃO DA GALIZA. E quem nos dera sermos uma «COLÓNIA DA CORTE» porque agora mesmo somos uma COLÓNIA de todo o Planeta, vêm todos, de toda a parte, a nos ESPOLIAR, chamados por Feijó para tudo lhes entregar, e GRÁTIS ou quase…

Qual será a escusa da CIG para não anunciar GREVE GERAL NA GALIZA NORTE em 27 de Junho de 2013, para as duas Galizas deslocadas, como dizia Castelão, COMBATEREM UNIDAS PELO DESENVOLVIMENTO, DEMOCRACIA E DESCOLONIZAÇÃO, as três «Dês» da Revolução de Abril? Qual será a escusa do chefe das CCOO e presidente da Confederação Europeia de Sindicatos para não convocar GREVE GERAL NA UE em 27 de Junho de 2013? Será a OIT ou a «untada» do TIO e padrinho? E a do Mendez, tão UNIDO ao Tojo?

Pensarão que adiantamos acontecimentos e terão razão: adiantámo-nos à GREVE COMARCAL convocada para Quarta-Feira, 12 de Junho de 2013 em Ferrol porque continuamos DESAUTORIZANDO os sindicatos convocantes porque não UNEM o proletariado de Ferrol e Vigo, porque não convocam GREVE COMARCAL em Vigo em 12 de Junho, porque a situação do proletariado do Setor da Construção Naval em Ferrol, em Vigo, na Galiza e em Portugal é IDÊNTICA e os mercenários do CAPITAL como Dongil (CCOO) que muito viaja a Portugal para ter com a dirigência do operariado dos estaleiros navais de Viana do Castelo está cheio de sabê-lo. Como está cheio de sabê-lo o alcaide de Vigo, Sr. Abel Cabalhero, que convoca à população de Vigo na defesa… dos estaleiros navais da Ria de Vigo? Quem nos dera! Não! Convoca na defesa do aeroporto viguês! Tudo numa CAÓTICA dinâmica cujo objetivo não é outro que EVITAR, IMPEDIR A MOBILIZAÇÃO DA GALIZA UNIDA, as manifestações NACIONAIS em Compostela, as mobilizações de TODA a Galiza, assim EVITANDO O COMBATE UNIDO DAS DUAS GALIZAS DESLOCADAS, O COMBATE UNIDO DA GALIZA E PORTUGAL, O COMBATE DO PROLETARIADO GALEGO-PORTUGUÊS UNIDO. O acontecido em Ferrol o Domingo, 2 de Junho denominado «CARGA DE DIGNIDADE», não fez outra coisa do que INDIGNAR qualquer sensibilidade comum em favor do COMBATE DA GALIZA UNIDA, das manifestações NACIONAIS em Compostela: a «CARGA DE DIGNIDADE» dos Pilhado, Inácio Martinez Orero, os e as «cantantes», Burla Negra, BNG, EU, PSdeG-PSOE, CIG, CCOO, UGT, USTG de Ferrol seria estarem em Compostela a se MANIFESTAREM com toda a Galiza contra o envenenamento da população com o arsénico e o cianeto da mina d’ouro de Corcoesto e o genocída Plano Mineiro do Narcopresidente e a Junta da Galiza. A palavra catalã esquirol e a nossa fura-greves é-lhes de pertinente aplicação em nossa indignada opinião…

Se o que queremos é CONSTRUIR BARCOS EM ASTANO, Bazan, em Ferrol, nos estaleiros navais da Ria de Vigo, a coisa é muito fácil: MOBILIZAÇÕES UNIDAS do proletariado ferrolano e viguês dos estaleiros navais, o que está a trabalhar e os 10.200 que perderam o emprego em Vigo e o dos mais de dous mil que o perderam em Ferrol. Barricadas com lume em Ferrol? Com certeza mas troquemos o lugar e a hora: na Praça Velha e no Jofre às 7h00-9h00. É precisa DEMOCRACIA para os militares nomeadamente os de menor salário; é necessário convidá-los e que participem em 12 de Junho na GREVE COMARCAL EM FERROL. É preciso que a GREVE COMARCAL de 12 de Junho seja GREVE COMARCAL EM FERROL E EM VIGO com os pertinentes piquetes informativos e em 27 de Junho GREVE GERAL NA GALIZA E PORTUGAL.

Em 27 de Junho GREVE GERAL NA EUROPA para a derrocada dos governos europeu, espanhol e galego, para a derrocada do CAPITAL FINANCEIRO A MEIO DA INSURREIÇÃO.       
 
Em Ferrol, Quarta-Feira, 5 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:46

Segunda-feira, 01.07.13

A NECESSIDADE E URGÊNCIA DE CRIARMOS A ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA (distribuídas 1000 folhas às 12h00 do Domingo, 2 de Junho de 2013 na manifestação em Compostela contra a mina d'ouro de Corcoesto)


 

A necessidade e urgência de criarmos a Assembleia Nacional da Galiza vêm determinadas pelo que está a acontecer com esta manifestação contra o envenenamento da população galega com as substâncias que se libertarão através do dito Plano Mineiro do narcopresidente Feijó e a Junta da Galiza. É uma questão de VIDA OU MORTE da população civil como muitas outras que nos torna a todas as pessoas galegas VÍTIMAS DAS CRIMINOSAS E GENOCÍDAS políticas do PP. Num tal ensejo é precisa a UNIÃO DO POVO GALEGO, DE TODAS AS VÍTIMAS, e as suas organizações para a derrocada do PP, para salvarmos à Galiza, à Nação galega, cujo direito de autodeterminação está reconhecido nas leis internacionais, portuguesas e espanholas. A UNIÃO DO POVO GALEGO e as suas organizações é criarmos a ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA que integraria pessoas (qualquer pessoa), entidades (qualquer organização, associação legalizada ou não) e instituições (concelhos, deputações), SEM EXCLUIR NINGUÉM, para salvar a nacionalidade histórica que a Galiza é implementando o seu direito a decidir com a DERROCADA DO PP.

Isto evitaria a permanente DIVISÃO em que estamos embaçados fomentada pelo PP e o sistema monárquico espanhol com o seu ESTÉRIL E DANINHO parlamentarismo em que está atrapalhada a dita oposição política e mesmo sindical ou associativa numa VÃ E SUICIDA luta pelo voto que aniquila a UNIÃO DO POVO GALEGO, A SUA MOBILIZAÇÃO e eleva ao governo, graças a Deus, ao fascismo do PP.

Esta manifestação contra a mina d’ouro de Corcoesto e o que vem atrás não pode ter uns convocantes CENSURADOS E SUPLANTADOS  por uns oportunistas apoiantes a se fazerem donos de iniciativas que não são da sua propriedade. Um caso extremo é o da UPyD, um grupo de pessoas organizadas para exercerem RACISMO contra galegos e galegas em sentido pejorativo: têm que ser expulsos desta manifestação e de qualquer iniciativa mobilizadora do povo galego.

Outro caso não menos extremo é o dos partidos e sindicatos ditos da oposição a seguir a mesma metodologia que a empregue pelos infiltrados do PP, ditos representantes das Plataformas de Preferentes e Subordinadas: à convocatória de uma manifestação NACIONAL em Compostela respondem convocando à mesma hora e o mesmo dia, por exemplo, em Ferrol como é este o caso. Não podemos mais do que qualificar de Burla Branca kukluxkaneira o apelo do dito poeta Cortiças à população galega a participar em Ferrol entre as 11h00 e as 14h00 pendurando roupa na vala de Navantia, tudo convocado pela Burla Negra que quer salvar Ferrol e Navantia acompanhada de partidos e sindicatos ditos da oposição que por sua vez convocam em Compostela às 12h00 do mesmo dia. Os partidos e sindicatos que convocam em Ferrol pretendem ESVAZIAR a manifestação de Compostela: a própria militância e filiação tinha que os DESAUTORIZAR e a mais de um envia-lo prà sua casa a DIVIDIR o pão que se comem a conta de outras pessoas.

Patxi Vázquez, Beiras, Xavier Vence, Iolanda Dias, Aguión, Suso Seixo… não podem estar permanentemente nesse jogo sujo, miserável, nazi do discurso radical e defensor da UNIDADE do povo ou do proletariado galego no entanto SABOTAM, como neste caso e muitos outros, a UNIDADE. Eis o que nunca fazem: a UNIDADE MOBILIZADORA do proletariado dos estaleiros navais de Ferrol e Vigo. NUNCA UNEM o proletariado galego, o empregado e o não empregado. Convocam em 12 de Junho greve comarcal em Ferrol mas, por definição, a NÃO convocam em Vigo. NUNCA UNEM os Comités de Empresa da Galiza em Assembleias ou Conferências. É paradigma o caso do Xavier Vence que em 31 de Maio apoia a convocatória, NÃO CONVOCA, da mobilização internacional (de origem português, será isso?) para Sábado, 1 de Junho e relativamente à greve comarcal do dia 12 em Ferrol frisa que «deveria ser mais um passo cara à Greve Geral na Galiza» e também não convoca porque a culpa é de outros para além de pretender construir a UNIDADE [eleitoral] como a casa, pelo telhado. A UNIDADE CONSTRÓI-SE pela base convocando e falando com pessoas, entidades e instituições para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza, a união do povo galego, união que clamam até os penedos dos nossos montes com a dor das suas feridas e destruição, BRADOS do nosso povo ABAFADOS pelo cinismo, o comodismo e os ingressos mensais em catorze pagas, da «nossa dirigência» que não passou nem passa fome, frio ou calor. E reparem que a UNIÃO DO POVO GALEGO na Assembleia Nacional da Galiza não chega. Eis o que faz falta: UNIR O POVO GALEGO-PORTUGUÊS na Assembleia Nacional da Galiza e Portugal para a DERROCADA DO CAPITALISMO a meio da INSURREIÇÃO.              
 
Em Compostela, Domingo, 2 de Junho de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:43

Segunda-feira, 01.07.13

OPERAÇÃO DE CASTIGO CONTRA A GALIZA (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h00 da quinta-feira, 30 de maio de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


Durante a guerra dos EUA contra o Viet Nam, as operações de castigo contra a população civil, desenhadas pelos almirantes e generais norte-americanos, sucediam-se uma após outra, cada vez com maior intensidade. Acabaram derrotados e fugindo do Viet Nam com o rabo entre as pernas.

O paralelismo do que está a acontecer hoje na Galiza com o acontecido no Viet Nam é muito grande em termos de que se acolá a GUERRA foi a POLÍTICA por outros meios, acô, a POLÍTICA é a GUERRA por outros meios. Política, guerra e meios desenhados pelos almirantes e generais espanhóis às ordens dos norte-americanos na NATO.

Se no Setor da Construção Naval em Vigo foram destruídos mais de dez mil postos de trabalho graças à ação combinada da monarquia holandesa, a espanhola e a tão monárquica UE do Durão Barroso, A QUINTA PARTE dos destruídos em toda a dita UE (vinte e sete países e 450 milhões de habitantes) o dado justifica o cabeçalho do panfleto. Se a isto acrescentarmos os destruídos em Navantia e as mais de três décadas de rigorosa PROIBIÇÃO DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS, a justificação do cabeçalho é ABAFANTE. O mesmo que é ABAFANTE a urgência e a necessidade da MAIOR UNIÃO MOBILIZADORA DO PROLETARIADO DO SETOR NAVAL DE FERROL E VIGO, do que tem emprego e sobretudo do que o não tem embora sindicatos e partidos políticos ditos oposição permaneçam «impasible el ademán»…

A GUERRA FINANCEIRA contra a Galiza, contra a população CIVIL E MILITAR galega, concretiza-se no anúncio de venda, mesmo imediata, da desaparição, de Nova Galiza Banco, a única entidade financeira do mundo que tem explicitado nos seus Estatutos o objetivo do DESENVOLVIMENTO DA GALIZA. A GUERRA FINANCEIRA contra a Galiza persegue a destruição da economia galega, dos transportes galegos, persegue a destruição das empresas galegas, persegue a destruição dos postos de trabalho, persegue deixar sem emprego à maioria da população civil galega, persegue reduzir às gerações presentes e futuras à condição de Kunta Kinte: ESCRAVOS embora dirigentes de partidos, cargos públicos e sindicatos ditos oposição sem as necessidades, urgências e abafamentos da imensa maioria da população civil e militar galega continuem a lavrar o DIVISIONISMO contra a necessária e urgente UNIÃO DO POVO GALEGO que se tem de concretizar na criação da ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para A DERROCADA DO PP.

A GUERRA QUÍMICA contra a Galiza, contra a população civil e militar galega, concretiza-se na mina d’ouro de Corcoesto e o venenoso ARSÉNICO e o CIANURO que junto com outras letais substâncias, profusamente deitadas sobre o solo do Viet Nam e concedidas pela Junta da Galiza e o seu narcopresidente produzem e produzirão um exagerado número de VÍTIMAS de cancros letais e não letais que nos elevam à categoria de ASSES em número de transplantes sem que o GENOCÍDIO DAS VÍTIMAS DO AMIANTO encontre o reconhecimento de CRIME E CASTIGO dos responsáveis a começar pelo Almúnia...

Na DROGA E A PROSTITUIÇÃO, em termos de GUERRA contra os povos, a Galiza tem muito parecido com o Viet Nam onde os serviços secretos franceses e norte-americanos introduziram e organizaram uma ampla rede encabeçada por Cao Ky e Nguyen Van Thieu que utilizaram o Exército, a Marinha, a Aviação e as Alfândegas para o tráfico de drogas. A Galiza preside-a um indivíduo, o Sr. Feijó, amigo do narcotraficante Marcial Dorado, fotografado com ele no seu barco, fotos que deram a volta ao mundo. O que não sabemos é se Feijó com Marcial Dorado, para além do negócio da droga, junto com o senador J. Juncal teriam constituído uma sociedade de «casas de citas» para organizar e desenvolver a profissão das mulheres públicas como tinha feito Cao Ky no Viet Nam onde a droga era combatida considerando-a como um arma de guerra do CAPITALISMO E O COLONIALISMO MUNDIAL para aniquilar a combatividade da juventude.

A GUERRA contra as VÍTIMAS galegas de «preferentes e subordinadas» atinge o paroxismo: para comemorar o início do genocídio dos militares franquistas na Galiza, 20 de Julho de 1936, escolheram a data do 20 de Julho de 2012 para assinar o Memorando de Entendimento governo espanhol-governo da UE que legaliza a ESPOLIAÇÃO dos aforros e das entidades aforradoras galegas e como não travavam as mobilizações nem as demandas judiciais das VÍTIMAS promulgaram a bula inquisitorial da Lei de Taxas Judiciais e como não evitavam as sentenças judiciais favoráveis às VÍTIMAS galegas, pretendem eliminar na Galiza todos os partidos judiciais exceto os das quatro capitais de província para concentrar e poder controlar que não haja sentenças judiciais favoráveis às VÍTIMAS, tudo porque Olli Rehn, o governo da UE, o Rajoy, o governo espanhol, o narcopresidente Feijó e o seu governo estão EMPERRADOS EM CASTIGAR COM OPERAÇÕES cada vez mais intensas e duradouras a população civil e militar galega, à Galiza, com a mesma sanha empregada pelos almirantes e generais norte-americanos contra o povo vietnamita.

E na Galiza como no Viet Nam não temos outro remédio do que a derrocada do regime fantoche e narcotraficante do Feijó, do Rajoy e do Olli Rehn; o proletariado galego não tem outro remédio do que obrigar os seus Comités de Empresa a se unirem em Assembleias e Conferências de Comités de Empresa da Galiza, forçar à dirigência sindical para a UNIDADE SINDICAL e a UNIDADE da classe obreira, com emprego ou sem ele. O povo galego não tem outro remédio que forçar a dirigência política a criar a UNIÃO DO POVO GALEGO com a Assembleia Nacional da Galiza para a derrocada do PP. Participar na mobilização internacional do Sábado, 1 de Junho ajudará para o CAPITALISMO se esboroar a meio da INSURREIÇÃO.           
 
Em Ferrol, Quinta-Feira, 30 de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:39

Segunda-feira, 01.07.13

1 DE JUNHO, PROLETARIADO E NAÇÕES OPRIMIDAS, UNI-VOS PELO SOCIALISMO! (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da terça-feira, 28 de maio de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

O proletariado e os povos da Europa estão sob um violento ataque do capital financeiro que se faz representar pela troika (FMI, BCE, CE) e pelos sucessivos governos que aplicam as políticas concertadas com estas entidades desprezando as pessoas. Sabemos que esta ofensiva aposta em vergar o proletariado e as nações, tornando-as escravas da dívida e da austeridade. Atravessa a Europa e também deve ser derrotada pela luta internacional.

Cada um de nós, em cada país, Galiza, em cada cidade, Ferrol, em cada fábrica, ASTANO, Bazan, Navantia, em cada casa, com as suas especificidades, sente na pele as medidas que acabam com o emprego e agravam o desemprego, as medidas que aniquilam direitos conquistados ao longo de décadas, que privatizam tudo o que possa ser rentável e condicionam e reduzem a nada a soberania dos nações sob a propaganda da “ajuda externa”. É urgente que unamos as nossas forças para melhor combatermos e derrotarmos este ataque.

O apelo que lançámos para uma manifestação internacional descentralizada circulou entre dezenas de movimentos em Portugal-Galiza, Catalunha, Euskal Herria, Espanha, França, Itália, Grécia, Chipre, Irlanda, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Eslovénia… Na reunião de 26 de Abril de 2013, em Lisboa, estiveram presentes companheiros e companheiras de vários países da Europa, que discutiram em conjunto esta proposta.

Assim, foi consensualizado a nível internacional que sairemos à rua no próximo dia 1 de Junho: Proletariado e nações unidas contra a troika!

Este é o início de um processo que se quer descentralizado, inclusivo e participado. Queremos construi-lo coletivamente e juntando as nossas forças. A partir de hoje a data de 1 de Junho será divulgada à escala europeia e todas as pessoas estão convidadas a juntarem-se num protesto internacional contra a troika e contra a austeridade… a favor que sejam o proletariado e os povos a decidirem as suas vidas.

Apelamos a todo o proletariado com e sem emprego, a todos os cidadãos e cidadãs, com e sem partido, com e sem esperança, apelamos a que se juntem a nós. A todas as pessoas, entidades, instituições, organizações políticas, movimentos cívicos, sindicatos, partidos, coletividades, grupos informais, apelamos a que se juntem a nós, apelamos a todas as nações oprimidas.

Queremos continuar a alargar os nossos contactos tanto nacionais como internacionais, porque estamos conscientes que será o somatório das nossas vozes que poderá travar a nova vaga de austeridade que está a ser preparada. O proletariado e os povos da Europa têm vindo a demonstrar em vários momentos que não estão disponíveis para mais sacrifícios em nome de um futuro que nunca chegará. Por isso pensamos que é chegada a hora de uma grande demonstração da capacidade do proletariado e destes povos de se coordenarem na luta e na recusa destas políticas. De Norte a Sul da Europa, tomemos as ruas contra a austeridade! Proletariado e nações oprimidas, UNI-VOS pelo SOCIALISMO!   
 
Em Ferrol, Terça-Feira, 28 de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

 

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por galizaunidaportugal às 20:35

Segunda-feira, 01.07.13

ACABEMOS COM A FALSIFICAÇÃO E OS FALSIFICADORES (distribuídas 1000 folhas às 12h00 da sexta-feira, 17 de maio de 2013 em Compostela na manifestação de Queremos Galego)


Henrique Monte-Agudo descobre um agudo monte e desgastadas moreias de GALEGO ESCRITO, ORTOGRAFADO, talvez em Ferrol e com certeza FALADO na vila, na Galiza, em Portugal e porventura nos «satélites» nas Cortes dos Reinos e as Províncias da Coroa de Castela, galego falado e escrito que permaneceu depois da escola lírica galego-portuguesa; escola que os pobres não tinham embora tivessem a língua, lírica que os pobres também não tinham embora tivessem a ÉPICA da luta contra a ESCRAVATURA da primeira INSURREIÇÃO IRMANDINHA, também lavrada em Ferrol como os «instrumentos notariais» de 1432-35 da descoberta com o Cancioneiro ALEGADAMENTE do Afonso Paez.
Sem que nos seja fornecida qualquer informação acerca dos «instrumentos notariais lavrados em Ferrol» reparem que entre 1388 e 1411 foi escrita na Ponte de Eume,  UTILIZANDO A ORTOGRAFIA DA NOSSA LÍNGUA GALEGO-PORTUGUESA, a Crónica Troiana, PROSA esta da mesma língua e ORTOGRAFIA em que PROSAVA em Lisboa Fernão Lopes desde 1419 em diante para CRONICAR os reis Pedro I, o da galega Inês de Castro, Dom Fernando, o do galego Joham Fernadez de Andeiro e o Joham I de boa memória, este o Mestre de Avis nascido em Lisboa de Dona Tareija, natural da Galiza, e criado por Nuno Freire de Andrade, natural da Ponte de Eume e Mestre de Cavalaria da Ordem de Cristo em Portugal. A mesma língua e ORTOGRAFIA em que escreviam (porque estavam ALFABETIZADOS) todos eles, homens e mulheres, quer fossem naturais da Galiza quer de Portugal. Desconfiamos do alegado castelhano do basco Pero Lopez de Ayala, cronista de Pedro I dito o Cruel, e fonte histórica das crónicas do Fernão Lopes.
A mesma língua e ORTOGRAFIA do Cancioneiro compilado por Joham Afonso FROM Baena (Córdova) [dito Cancioneiro de Baena, Cancioneiro dito CASTELHANO a reproduzir a PATRANHA PARA CENSURAR O GALEGO, GALEGO-PORTUGUÊS OU PORTUGUÊS DE 1380-1430] em que escreveram Afonso Alvarez de Vila Sandino, PREDILETO de Henrique II e Joham I, Tras-Tâmaras, (1369-79-90), poeta galego-português nascido em 1345, em Vila Sandino (Burgos) e a morar em Ilhescas (Toledo), Garci Fernandez de Gerena, andaluz de Gerena (Sevilha), Gonçalo Rodriguez, Pero González de Mendoça, os galegos Macias o Namorado e o Arceiano de Touro; TODOS ESCREVERAM antes de 1407 segundo o Cancioneiro do «marrano» de Baena. Cancioneiro compilado para El-Rei Joham II (Touro, 1405-1454; ao que lhe levantou Ata Notarial Pedro Padrão em Samora em 18 de Janeiro de 1432 para justificar a INSURREIÇÃO IRMANDINHA que começa em Ferrol) por sua vez pai de Isabel dita a Católica e ele próprio poeta «cancioneiril». Cancioneiro de Baena cuja ÚNICA CÓPIA CONHECIDA NÃO SE CORRESPONDE com a que deveu de entregar o Afonso ao João II de Tras-Tâmara, cópia, aliás, feita por cinco copistas diferentes que copiavam o que lhes parescia.
Cancioneiro da Ajuda, Pergaminho Vintel, Cancioneiro da Vaticana, Cancioneiro da Biblioteca Nacional, Cancioneiro de Resende e outros muitos cancioneiros para além do de Baena não lhe chegam ao agudo monte para parir um ratinho e concluir com todos os académicos e académicas da Real Academia dita Galega e não apenas encabeçados pelo Susinho contra o LUSITANO que a nossa língua tem uma e ÚNICA ORTOGRAFIA, antes e agora, em que escreveram galegos, portugueses e «satélites» nas Cortes dos Reinos e as Províncias da Coroa de Castela.
Cancioneiro ALEGADAMENTE do Afonso Paez, achádego histórico? E a Crónica Troiana? Apagamento da lírica galego-portuguesa em 1350? E o burgalês de Vila Sandino a escrever lírica galego-portuguesa em 1407? Que língua falava o povo castelhano de Vila Sandino em Burgos em 1345? E o de Ilhescas em Toledo? E os da Seabra, Talaveira, Sevilha, Burgaleses, Guilhade, Taveirós, Aboim, Baião, Santiago, Briteiros, Porto Carreiro, Touro, Samora, Leão, Palença, Salamanca, Astúrias, Estremaduras, Astúrias, Folhante, Andeiro, Andrade? Que língua se falava nas Cortes castelhanas até ao João II de Tras-Tâmara?
O achádego histórico seria quea Real Academia dita Galega e não apenas deixassem de COBRAR POR FALSIFICAR a nossa língua e cultura, deixassem de MATAR A ORTOGRAFIA da nossa língua galega com a ortografia do espanhol e o Susinho usar a RAZÃO HISTÓRICA para a usar e alfabetizar nela. O achádego histórico seria que o dito Susinho e a RAG deixassem de COBRAR por ir contra o «LUSITANISMO», que deixassem de fomentar a PATRANHA da origem LUSA da língua portuguesa para a fazer diferente da língua galega, que deixassem de trabalhar em favor da monarquia e o fascismo-racismo espanhol e não apenas para DIVIDIR a língua, a cultura, o povo galego-português e a UNIDADE galego-portuguesa.
O achádego histórico seria que ALFABETIZASSEM o povo galego na sua própria língua e cultura, no TESOURO UNIVERSAL que possuímos, apenas difundindo o IMENSO património, propriedade do povo galego que a RAG tem. Que qualquer pessoa possa ler com facilidade um fac-símile do Cancioneiro de Baena ou ler, como leu Castelão, Menendez Pelaio, sequestrado mesmo na Universidade de A Crunha.
Aliás que tem de EXTRAORDINÁRIO que o «cultivo» do galego permanecesse depois de 1350 na Galiza, Portugal e nas Cortes de Castela se as cortes e o povo castelhano eram competentes em língua galega, era a sua língua? Que tem de EXTRAORDINÁRIA a descoberta do que Castelão deixou escrito no Sempre em Galiza antes de 1947, o galego deixou de ser língua peninsular a começos do XV século? Que tem de EXTRAORDINÁRIO que em Portugal não haja quase poesia desde 1350 até cerca de 1450 num país permanentemente atacado, invadido e ocupado pelas forças castelhanas para IMPEDIR A UNIDADE da Galiza e Portugal? A GUERRA É O ORDINÁRIO: entrada de Dom Fernando na Galiza em 1369; vitórias de Aljubarrota e Valverde em 1385; Tratado de João I de Portugal e João II de Castela em 1411; ratificação do mesmo em 1432, ano da primeira revolução irmandinha.
A poesia, a literatura e a língua não se podem explicar afastadas da história política dos povos nomeadamente do povo galego. O que tem uma grande importância para toda a história LITERÁRIA peninsular é explicar esta através da história POLÍTICA peninsular da luta das classes particularmente a história política, militar e diplomática da LUTA PELA UNIDADE NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL. Temos que começar a questionar os «dizeres e dizedores» do Marquês de Santilhana e mesmo as «coplas» de Jorge Manrique para termos certeza de como e quando o galego deixou de ser língua peninsular, conhecendo, em termos de massacre e genocídio, a língua GRAMATICADA acompanhou o Império...
E por fim o nosso agudo INVESTIGADOR confessa os cancioneiros refletirem o GALEGO DA ÉPOCA sem dizer uma palavra dos territórios em que era falado embora muito agudamente acrescenta que o grosso do «cancioneiril» chegou-nos através do Portugal de 1350, tão LUSITANIZANTE que assassina à galego-portuguesa Inês de Castro em 1355 por ser cabeça de um partido galego-português, com o gago rei Pedro, tudo o qual é muito pior do que a «DETURPAÇÃO» DO GALEGO dos cancioneiros ditos por ele castelhanos, a reproduzir a PATRANHA, ele.
Numa palavra, na Galiza, Portugal e na Península TEMOS QUE ACABAR COM A FALSIFICAÇÃO E COM OS FALSIFICADORES. Temos que utilizar a nossa secular e sequestrada ORTOGRAFIA sobretudo no Parlamento sequestrado pelo amigo do narcotraficante ao que temos que derrocar a meio da INSURREIÇÃO.
Compostela, Dia das Letras, Sexta-Feira, 17 de Maio de 2013


COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL


 

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por galizaunidaportugal às 20:31

Segunda-feira, 01.07.13

UNIDADE E MOBILIZAÇÃO CONTRA O PACTO E OS PACTISTAS (distribuídas 450 folhas às 5h30-7h10 da terça-feira, 7 de maio de 2013 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

PEMEX é a PATRANHA permanente que emprega o narcopresidente Feijó para OCULTAR com o NARCOTRÁFICO dos Estados Unidos de México, bem grosso, o NARCOTRÁFICO do Partido Popular UNIDO na Junta da Galiza presidida por um amigo de Marcial Dorado e a sua banda de Intxaurrondo e outras dependências do Estado denominado Reino da Espanha.

PEMEX é a PATRANHA permanente para IMPEDIR a organização e mobilização PROLETÁRIA UNIDA Ferrol-Vigo com resultados adequados para o narcopresidente. É só ouvir o representante sindical de CCOO de Barreras SUBMISSO ao narcotráfico face o secretário (CCOO) do Comité de Empresa da Bazan INSUBMISSO e a proclamar a MOBILIZAÇÃO, e reparem que a MOBILIZAÇÃO É UNIDA com Cádis e Cartagena mas não Ferrol-Vigo.

PEMEX é a mesma PATRANHA que a utilizada durante décadas da construção de um porta-aviões para Austrália, as «Roto-palas» para ENDESA ou a Sociedade Italiana do Vidro, e assim os inimigos do proletariado galego e da Galiza, os e as do Partido Socialista Obreiro Espanhol, MINARAM A MORAL DE COMBATE do proletariado ferrolano, viguês e galego. A mesma metodologia que os seus parceiros, sócios, colegas, amigos do PACTO E DO NARCOTRÁFICO do Partido Popular estão a empregar agora e aqui.

Como podemos acabar com isto? Com a MOBILIZAÇÃO E A UNIDADE proletária e da Galiza. Uma e outra virão por almoçarem juntos Xavier Vence e José Manuel Beiras? Vejam que NÃO! E vejam que o conceito que um e outro têm da UNIDADE E DA DEMOCRACIA é elitista, VERTICAL, liderista, pastor-ovelhas. Tudo o contrário à participação popular e à democracia. Nós levamos muito tempo a REIVINDICAR implementar no presente e para o futuro todas aquelas experiências DEMOCRÁTICAS, DE UNIDADE, DE MOBILIZAÇÃO do povo galego do passado e do passado recente e tudo se concreta na Assembleia Nacional da Galiza, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, para a DERROCADA DO PP. Começar por convocar isso é DEMOCRACIA E UNIDADE e não convocarem-se para uma refeição o Vence e o Beiras, um e outro emprenhados de parlamentarismo e verborreia ESTÉRIL e contrária à POTÊNCIA MOBILIZADORA E LIBERTADORA DA UNIÃO DO POVO GALEGO. NUNCA UTILIZAM A SUA PRIVILEGIADA POSIÇÃO NO PARLAMENTO PARA ORGANIZAR E MOBILIZAR O PROLETARIADO E O POVO GALEGO UNIDO. Nunca COMBATEM a fera na sua própria cova, o Parlamento; limitam-se a uma rotina que sabem ESTÉRIL E CEGA esperando vãmente chegar ao governo pelos votos e aquando chegam graças à MOBILIZAÇÃO DO POVO, promulgam leis contra o proletariado e contra o povo, para depois FALSIFICAR a história como fez a outrora MILIONÁRIA Iolanda Dias, agora «comunista», que esquece como o Partido Comunista da Galiza e da Espanha TUDO entregaram ao falangismo e franquismo para, desde os PACTOS DA MONCLOA e durante TRINTA ANOS, recuperarem os fôlegos falangistas e franquistas via Partido Popular para chegarmos, mais uma vez na história, à necessidade e urgência de os DERROCAR E ERRADICAR da Galiza, Portugal e do mundo. FALSIFICAM E CENSURAM a história recente porque é a história da sua indigna traição aos princípios e a todas aquelas pessoas das suas próprias fileiras que combateram sem pedir nada e decidiram morrer antes de ser ESCRAVAS. Porque é a história do seu COMBATE, aliados com os «DEMOCRATAS-DE-TODA-LA-VIDA», contra os que mantivemos os princípios e o COMBATE contra os «DEMOCRATAS-DE-TODA-LA-VIDA» devidos em narcotraficantes e contra eles.

Agora na Galiza, importamos tudo de toda a parte aquando AQUI temos muito mais e MELHOR do que o forâneo. Vejam o patético STOP DESAFIUÇAMENTOS a imitarem madrilenos e outros escrachados escachados utilizando o mais EXECRÁVELANALFABETISMO DESAFIUÇADOR e não o português DESPEJO porque o RACISMO contra nós próprios CEGA-NOS a «entendedeira» PARA NOS ALFABETIZAR, AQUANDO NA GALIZA E EM FERROL em particular somos ASSES, mesmo historicamente, na luta em favor de uma vivenda DIGNA para o operariado e CONTRA OS DESPEJOS que promovia e está a promover o Instituto Galego de Vivenda e Solo, ninho de CORRUPÇÃO onde os houver, e indo contra os bancos não vamos contra o que o PP ROUBA NO IGVS, agora e durante DÉCADAS.

Eis onde a história recente coloca os Pilhado e Cia: CONTRA AS LUTAS POR UMA VIVENDA DIGNA, EM FAVOR DOS DESPEDIMENTOS NA RECONVERSÃO DE ASTANO, Carmelo Teixeiro e Cia, utilizando sempre as mesmas armas que agora utiliza o PP contra as pessoas que se significam no COMBATE: se não puderes com ela POLITICAMENTE, DESPRESTIGIA-A PESSOALMENTE e sobretudo SOCIALMENTE, que o DESPRESTÍGIO dê a volta ao MUNDO.

Podemos concluir dizendo-lhe à CIG que deixem a partida de cartas e CONVOQUEM GREVE GERAL NA GALIZA para dia 30 de Maio desde uma Conferência de Delegados e Delegadas de Comités de Empresa da Galiza, aberta às pessoas desempregadas e com emprego, reunida em Compostela em 16 de Maio CONTRA O PACTO e para convocar e organizar os trabalhos e os piquetes que garantam o sucesso da convocatória que pode ir precedida de uma maciça manifestação em Compostela, acabando em Monte Pio, de TODAS AS VÍTIMAS das políticas do PP, o Sábado, 25 de Maio, coincidindo com a convocada o mesmo dia pela CGTP no Palácio de Belém em Lisboa para GOVERNO RUA! E nós apelamos para a UNIÃO OPERÁRIA GALEGO-PORTUGUESA (Ferrol-Vigo-Viana do Castelo) a derrocar os governos, FASCISMO VIA!, a meio da INSURREIÇÃO.                                                                                                                                     Em Ferrol, Terça-Feira, 7 de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL



 

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por galizaunidaportugal às 20:25

Segunda-feira, 01.07.13

PROLETARIADO DE TODOS OS PAÍSES, UNI-VOS! (distribuídas 700 folhas na manifestação de CCOO-UGT-USTG e 300 na da CIG às 12h00 do 1º de Maio de 2012 em Ferrol)


Os grandes massacres perpetrados pelos CAPITALISTAS NA SUA GUERRA UNIVERSAL contra o proletariado são os que estão na origem das comemorações do 1º de Maio para homenagem aos mártires de Chicago, o proletariado mundial a lutar UNIDO em favor da jornada de 8 horas, e a do 8 de Março em homenagem às cerca de 130 mulheres proletárias em greve, ocupando a sua fábrica, onde as assassinaram abrasando-as a meio de um incêndio provocado.

Massacres INFINITOS dos CAPITALISTAS contra o proletariado em luta em favor do SOCIALISMO ilustram a história dos XIX, XX e XXI séculos com duas GUERRAS MUNDIAIS e um sem fim de guerras com milhões e milhões do proletariado exterminados particularmente o soviético.

Massacres, genocídios infinitos que não cessam, que em Bangla Desh nos últimos dias de Abril se levaram a vida de mais de 336 proletários e proletárias a trabalharem para os CAPITALISTAS MUNDIAIS UNIDOS E REUNIDOS por 37 €/mês sem que haja uma INTERNACIONAL PROLETÁRIA EM REDE desde Bangla Desh até a onde fabricam os DRONER que UNA proletários e proletárias de qualquer lugar do planeta, sem que houvesse o espírito e a organização que inspiraram a Associação Internacional do Trabalho fundada por Carlos Marx, espírito formulado no seu «Proletariado de todos os países, UNI-VOS!» para derrubar as fronteiras que DIVIDEM o proletariado, a começar pela fronteira galego-portuguesa como formulara a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA, espírito e organização que COMBATEM em Ferrol, na Galiza e não apenas os dirigentes sindicais, TODOS, adscritos a algum partido político que na sua suja peleja pelo voto, no seu ESTÉRIL parlamentarismo, DIVIDEM E FRACIONAM a classe operária até ao infinito, deixando-a a mercê de governos narcotraficantes do PP e dos piratas do poder financeiro como os de NGB que se comeram cerca de 8.000 M€.

Que este Primeiro de Maio se celebre DIVIDIDO só responde ao capricho e à CORRUPÇÃO ideológica e não apenas da dirigência sindical que lhe nega ao proletariado galego e à Galiza o seu direito à autodeterminação, a DECIDIR O COMBATE UNIDO PARA LIBERTAR A GALIZA, ACABAR COM O CAPITALISMO E CONSTRUIR O SOCIALISMO.

Se o que se quer é a UNIDADE SINDICAL E A UNIDADE DA CLASSE OBREIRA são precisas práticas sindicais radicalmente CONTRÁRIAS ao DIVISIONISMO E PASSIVIDADE em que se sume o proletariado galego e não apenas. É precisa a MAIOR DEMOCRACIA OPERÁRIA, VOZ E VOTO em qualquer assembleia que facilite e anime a participação e sobretudo o URGENTE COMBATE proletário das pessoas desempregadas e das empregadas, organizar e mobilizar o proletariado desempregado é o primeiro        que nos cumpre fazer com ou contra os sindicatos, criar redes de contato, de solidariedade entre as pessoas desempregadas.

UNIR os Comités de Empresa e o operariado das empresas em luta ou submetidas a EREs, convocar Conferências de Comités de Empresa; é UNIR, organizar e favorecer a mobilização que tem que ultrapassar as artificiais fronteiras como a galego-portuguesa ou outras; a luta que está a levar o operariado dos Estaleiros Navais de Navantia em Ferrol e Fene é IDÉNTICA à que está a levar o operariado dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo quer queira quer não Dongil (CCOO) o qual não move uma palha para que haja a menor UNIDADE PROLETÁRIA GALEGO-PORTUGUESA por muito que se fotografe com os dirigentes sindicais da CGTP em Viana do Castelo.

A DIMENSÃO INTERNACIONAL DA LUTA DO PRIMEIRO DE MAIO tem de ser transladada aos 365 dias do ano para a DEMOCRACIA OPERÁRIA E O SOCIALISMO CHEGAR A MEIO DA INSURREIÇÃO.
 
Dia do Internacionalismo Proletário, 1º de Maio de 2013

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 20:13


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