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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Segunda-feira, 12.11.12

GREVE GERAL INSURRECIONAL NECESSÁRIA E URGENTE 2012 (distribuídas 500 folhas às 5h30-7h05 da Segunda-Feira, 12 de Novembro de 2012 na porta da Bazan rua Taxonera)


 

A necessidade e urgência da GREVE GERAL INSURRECIONAL apresentam-se uma e outra vez nos assassinatos de pobres produzidos pelo sistema CAPITALISTA baseado na delinquência permanente e sem qualquer limite de bancos, banqueiros e o poder político que os serve. Três pessoas induzidas à morte, ao suicídio, em três territórios diferentes dos submetidos pelo Reino da Espanha, porque lhes ESPOLIARAM dos seus meios de VIDA E SUBSISTÊNCIA, emprego e morada. Os despejos são uma CRIMINOSA e reconhecida na lei, forma de lhe acabar a VIDA a qualquer pobre; portanto DERROGAR as leis que o permitem e ERRADICAR da lei a figura do despejo é elementar REIVINDICAR e não se está a fazer e os despejos não são a raiz do questão, a raiz da questão é a VIOLAÇÃO do direito dos pobres a uma vivenda DIGNA e a VIOLAÇÃO da parte dos poderes públicos do seu DEVER de comprar solo e construir suficientes vivendas ditas SOCIAIS. Uma questão que em Ferrol e na Galiza tem história.

História que começa no verão de 1977 em que se OCUPARAM mais de quatrocentas vivendas destinadas aos que lhes abrem a cabeça aos pobres aquando protestam. O relatório dessa história permite ver a CORREÇÃO dos objetivos dessa luta e a sua EFICÁCIA para conseguir vivendas para DESPOSSUÍDOS trabalhadores não apenas em Ferrol como também em toda a Galiza. Até ao ano 1995 e mesmo depois a Junta da Galiza a meio do Instituto Galego da Vivenda e o Solo não teve mais remédio que comprar solo e construir vivendas mesmo no rural em lugares nunca sonhados. Em 1995 começaram a promover e executar despejos contra pobres das 398 de Carança porque não queriam deixar-se ROUBAR, introduziram ILEGALMENTE a hipoteca dos bancos em algum grupo de vivendas em Esteiro e assim aos poucos foram acabando com os logros dessa luta em favor de uma vivenda DIGNA para trabalhadores no meio de uma IMENSA CORRUPÇÃO do Feijó, conselheiro, e outros seus colegas e governos do PP na Junta. Essa história relata a CORRUPÇÃO dos sindicatos UGT-CCOO a promoverem cooperativas de vivendas como ARÍETE contra a vivenda SOCIAL construída pelos poderes públicos exercidos pelo PSOE e não apenas em cumprimento do artigo 47 da CE e do Estatuto de Autonomia galego e mesmo a CORRUPÇÃO pessoal de algum dirigente como Tojo que qualquer dia contará as suas misérias e privilégios na matéria. Essa história relata como partidos políticos ditos de esquerdas, alguns mesmo da esquerda nacionalista radical, estiveram durante décadas e na atualidade a DESACREDITAR, DESPRESTIGIAR E EMPORCAR A LIMPA LUTA da ocupação de vivendas em Carança, a eficácia dos seus resultados, mais de MIL vivendas para DESPOSSUÍDOS trabalhadores, e marcar um precedente que OBRIGOU os poderes públicos a encher a Galiza de vivendas para pobres, sempre em número insuficiente.

LIMPA E SOLITÁRIA LUTA contra os despejos do Cuinha e o Feijó às ordens do falangista Fraga com a passividade e/ou colaboração mesmo de ditos militantes da esquerda nacionalista radical. LIMPA E SOLITÁRIA LUTA nunca reconhecida pelos partidos e sindicatos a não ser para se posicionar contra dela. Não podemos evitar atribuir-lhe ao BNG no governo da Junta três erros de grosso calibre: reconhecer alegadas representantes das vivendas que ajudaram aos falangistas do PP nos seus despejos, que introduziram na sua Lei da Vivenda a figura do despejo (Teresa Táboas- Encarna Otero) e por último, o seu Delegado Provincial da Vivenda, o Sr. Bascuas, consumar o despejo, como represália por motivos políticos dos falangistas do PP, de uma pessoa desempregada e sem qualquer ingresso durante uma década.

Numa palavra, a colaboração da dita oposição de partidos e sindicatos ditos de esquerda foi determinante para que PP, bancos e banqueiros pudessem perpetrar o CRIME DE LESA HUMANIDADE que é despejar da sua morada CENTENAS DE MILHARES DE FAMÍLIAS nos territórios abafados pelo Reino, CRIME em que estão a participar hoje o poder político, bancos, banqueiros e juízes; juízes que podem declarar INCONSTITUCIONAL O DESPEJO e ANULAR a sua aplicação por ser CONTRÁRIO ao artigo 47 da CE, declarar INCONSTITUCIONAIS todas as leis em que aparece e aos que assinam essas leis, o Chefe do Estado e o presidente do governo, quer dizer, El-Rei e Rajoy. Todo esse DESPOTISMO, toda essa TIRANIA, todo o CINISMO que empregam autoproclamando-se mais DEMOCRATAS do que ninguém tem que levar o PP e adláteres ao DESASTRE, a dar com os seus ossos no cárcere. Para isso é preciso o governo do proletariado, das massas trabalhadoras, é preciso a derrocada dos seus governos com a Greve Geral de 14 de Novembro a exercermos o DEVER DA INSURREIÇÃO.
Em Ferrol, Segunda-Feira, 12 de Novembro de 2012

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 12:42


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