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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Terça-feira, 29.03.11

EVITEMOS A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL NUCLEAR

Terramoto e maremoto em 11 de Setembro de 2011; dois mil quilómetros de costas, povos, vilas, cidades inteiras arrasadas. APOCALIPSE e LUCRO apocalíptico para os CAPITALISTAS «halliburtanos» enquanto o Imperador e o governo imperial do Japão, títere dos EUA, OCULTA ao seu povo e à Humanidade que o número de pessoas mortas e desaparecidas estará nos centos de milhares e que a POLUIÇÃO RADIOATIVA ESTÁ A DAR A VOLTA AO MUNDO pelo ar e pelo mar. Toda a área submetida a terramotos quase permanentes, o dia 25 atingindo a Birmânia, Laos, Tailândia e a China, ontem no Japão, enquanto o governo dos EUA OCULTA ao seu povo e à Humanidade as «manobras» das suas forças armadas de terra, mar, ar e COSMOS contra a Coreia do Norte em que são concentradas 200.000 tropas da Coreia do Sul na NUCLEAR fronteira. OCULTA particularmente as «manobras» das suas forças do COSMOS, capazes de qualquer coisa, enquanto noticiam que uma nave espacial está a orbitar o planeta Mercúrio depois de viajar por outros planetas. A TVG noticia como contrária ao governo do Iémen uma IMENSA manifestação por ele convocada. Uma pessoa que fora embaixador da Síria no Reino da Espanha afirma na SER que TERRORISTAS infiltrados dispararam e mataram manifestantes, mortes que os média ocidentais atribuem à polícia síria e ao «ditador» Basher el-Assad enquanto o Mosad (Israel) e a CIA (EUA) lhe EXIGEM ir embora. Tudo lembrando o PLANO GOLPISTA norte-americano apoiado por Aznar contra Hugo Chavez na Venezuela. E falando de lembranças, dentre as «façanhas» inspiradas por John Negroponte e os EUA contra o povo nicaraguano e não apenas destacam a «contra» obrigar um sandinista cargar uma mochila com os restos esquartejados do seu irmão caminhando durante dias pela abrasante selva e também, como não, uma mulher deitada boca para acima, atadas pernas e braços a quatro espichas durante dias para «satisfazer as necessidades dos combatentes pela liberdade» sem esquecermos a VIOLAÇÃO como profusa arma de guerra das tropas dos EUA contra as mulheres, o povo vietnamita e não apenas. Estamos assistindo ao começo de uma AUTÊNTICA GUERRA MUNDIAL do imperialismo dos EUA, Israel e os seus aliados na NATO inspirada na doutrina do bushano Richard Perle, em 22 de Março de 2003 Diretor do Conselho da Defesa dos EUA, grupo que assessorava o Pentágono, «de MATAR a fantasia de a ONU ser a base de uma nova ordem mundial porque o afundimento do líder e o regime iraquiano arrastará consigo à ONU e o naufrágio da presunção intelectual de a SEGURIDADE poder conseguir-se através de leis internacionais administradas por instituições internacionais será um facto», doutrina que concluía na necessidade de «qualquer INSTITUIÇÃO ou coligação levar a GUERRA aos territórios do Iraque, a Síria, os Camarões, a Angola, a Rússia, a Índia, a China, a França (de Dominique de Villepin), etc. Doutrina pronta a implementar na Síria, no Iémen, na Argélia e se tiverem êxito acontecerá a mesma sequência em que começou e se desenvolveu a agressão hitleriano-mussoliniano-japonesa contra o proletariado mundial e as suas repúblicas, a começar pela espanhola para acumulando forças chegar à URSS, desencadeando a II Guerra Mundial, só que a III Guerra Mundial seria NUCLEAR E DESTRUIRIA O PLANETA; se a Humanidade houvesse impedido o extermínio da nossa República não teria havido a II Guerra Mundial; agora, na nossa opinião, está a acontecer o mesmo com a Líbia de Khadafi que em 1 de Setembro de 1969 derrubou a monarquia imposta pelo Reino Unido da Grã-Bretanha como o perro guardião dos interesses económicos e políticos de Ocidente no Norte de África e no Mediterrâneo. A Líbia anterior à data, qualificada pela ONU como um dos mais atrasados e pobres países do mundo permanecia virtualmente ocupada depois da II Guerra Mundial; os EUA possuíam CINCO bases militares em Trípoli e arredores uma das quais mais GRANDE do que qualquer das que tinham na República Federal da Alemanha. A Grã Bretanha tinha-se instalado na parte oriental da Líbia onde tinha presença militar em El Adem, Tobruk, Bengasi e não só. A comunidade italiana, na metade ocidental da Líbia, controlava empresas e negócios desde que MUSSOLINI E O FASCISMO estenderam os seus tentáculos através do Mediterrâneo. NÓS TOMAMOS PARTIDO DECIDIDAMENTE PELA LÍBIA DE KHADAFI contra os fascistas mussolinianos da Itália, os passados e os presentes, contra o COLONIALISMO e a ladroíce da sátrapa monarquia britânica, contra os «republicanos» caçadores-de-bruxas dos EUA e dos guilhotinadores franceses (ajudados em 1858 pelos espanhóis) do povo vietnamita bombardeado para o expulsar das suas terras que ocupariam os colonos «gabachos», contra TODOS os que se repartiam a Líbia depois da II Guerra Mundial, a ocuparam militarmente, roubaram o seu petróleo e submeteram à maior miséria a sua população (como querem fazer agora). Até que chegou Khadafi e MANDOU PARAR. Depois do 1 de Setembro de 1969 tudo mudou radicalmente, o imperialismo perdeu a Líbia. Agora é que os imperialistas querem remudar e recuperar tudo para fazer RECUAR o povo líbio à fome de uma monarquia cuja cabeça seria a Rainha da Inglaterra como na Commonwelth. Qualificar Khadafi de «ditador» e equiparar a Líbia, a Síria, o Iémen, a Argélia com a Arábia Saudita ou qualquer das SINISTRAS monarquias petroleiras ianque-sionistas ou com o Reino de Marrocos, É ABERRANTE, FALSO E MUITO DANINHO PARA A PAZ MUNDIAL, O PROLETARIADO, O SOCIALISMO E O PROGRESSO DA HUMANIDADE. A PAZ MUNDIAL também é no nosso contexto, a Galiza e os territórios do Reino da Espanha, agora tornados ALVO dos ataques defensivos dos países agredidos graças à Social-democracia Internacional, a ZP, a melhorar Aznar, o seu governo e à Chacón cujo feminismo de GUERRA imperialista preside a cerimónia onde o capitão de navio, Ramón de Leste Contreras, comandante do BAC «Cantábria» AMEAÇA o proletariado e as nações submetidas ao Reino da Espanha, beijando SOLENE e de joelhos a bandeira «rojiwalda» em sabendo que «uma imagem vale mais do que um milhar de palavras». Se a social-democracia votou os créditos de GUERRA para desencadear a I Guerra Mundial, agora é que a Social-democracia Internacional está a desencadear a III Guerra Mundial NUCLEAR PARA DESTRUIR O PLANETA. Derrotemo-los a meio do MOTIM e a mundial INSURREIÇÃO.

Ferrol, Terça-Feira, 29 de Março de 2011 COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 18:59

Terça-feira, 29.03.11

DERROTEMOS A FRAUDE ELEITORAL DO PP (distribuídas mil folhas às 17,30 h do Sábado, 26 de Março de 2011 no comício municipal do BNG em Compostela)

O Domingo, 22 de Maio de 2011 tem que ser o dia da grão batalha em que os integrantes das equipas de organização e transporte para FRAUDE ELEITORAL COM VITÓRIA DO PP FIQUEM DERROTADOS, impedidos, despejados, atados, embaçados, dormidos, sem sentido, sem carro, TUDO para que nessa data não possam desenvolver o seu labor CRIMINOSO, DELINQUENTE e comece a brilhar a DEMOCRACIA para que na Galiza haja eleições limpas, livres e sem fraude. O povo galego não apenas é de esquerdas como trabalhador que é mas também ama profundamente à Galiza, é galeguista; portanto o resultado natural de umas eleições livres, limpas e sem o CONSTRANGIMENTO E VIOLÊNCIA do voto «acarrejado» seria uma VITÓRIA DO BNG e/ou outras opções nacionalistas, operárias e de esquerdas. Um dos núcleos PROCLAMADOS, PUBLICADOS E FINANCIADOS que constrangem e violentam organizadamente a LIBERDADE DE VOTO DO POVO GALEGO é o pessoal baltariano da Deputação de Ourense. Sabemos nomes e apelidos, podemos fazer uma listagem nominal para os neutralizar e mesmo despejar da Deputação para não usarem carros e todos os meios que lhes fornece a instituição. Não é menos proclamado e publicado o núcleo do pessoal incendiário da Deputação da Ponte Vedra que assassinam, coacionam e violentam a LIBERDADE DE VOTO DO POVO GALEGO. O principal núcleo com certeza e o próprio governo e a Junta da Galiza. Em dia 22 de Maio temos que ter organizados e prontos para intervir nos 315 concelhos da Galiza, como na Greve Geral do dia 27 de Janeiro, PIQUETES INFORMATIVOS QUE VELEM PELO CUMPRIMENTO DA LEI informando as pessoas dos seus direitos e IMPEDINDO às equipas de organização e transporte do PP COAGIREM E VIOLENTAREM A LIBERDADE DE VOTO, o direito do povo galego a se dotar da representação política que quiser, «acarrejando» votos, OBRIGANDO AS PESSOAS A IREM VOTAR E VOTAREM PP. Tudo é do INTERESSE GERAL DA GALIZA, da sua cidadania, das suas organizações e das suas instituições exceto de uma MINORIA TIRANA, herdeira do franquismo e o nacional-socialismo, representada pelo PP, partido integrado por indivíduos que só acedem aos cargos públicos para ROUBAREM E SE ENRIQUECEREM eles e as suas famílias. É pelo INTERESSE GERAL DA GALIZA, das pessoas, entidades e instituições, que nós propomos, promovemos, reiteramos, exigimos, encorajamos CRIAR A ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA para a derrocada do governo de Feijó a meio da INSURREIÇÃO. Com Assembleia Nacional da Galiza a agir em 22 de Maio, A VITÓRIA É CERTA. Mais uma vez ENCORAJAMOS a militância do BNG para a CRIAR convocando o povo galego, as suas organizações e instituições. Temos que ATACAR E NEUTRALIZAR todos os meios, os legais e os ilegais, de que se servem os da FRAUDE ELEITORAL PARA A SUA VITÓRIA, para a vitória do PP: O SECRETO dos recenseamentos permite: 1) Aumentá-los ILEGALMENTE [ou os diminuir, Ferrol] para MAIORIA ABSOLUTA DO PP: Oimbra, Calvos de Randim, A Porqueira, Ares, etc. com certeza os 300 concelhos galegos de menos de 20.000 votantes; nos maiores também manipulam. 2) Os madrilenos possuidores de um, dois, três, quatro, etc. chalés VOTAREM ILEGALMENTE para PP «uma pessoa, DEZ VOTOS». 3) O PP utilizar para si o voto de pessoas falecidas, a abstenção, o voto em branco; a IMPUNIDADE do alcaide de Ogrove incluindo pessoas sem o seu conhecimento nas listagens do PP no País Basco, é um facto. As Juntas Eleitorais estão presididas e integradas por juízes e secretários FASCISTAS como Alexandre Morão Lhordens na de Ferrol; a própria distribuição territorial dos distritos, secções e locais esta viciada para benefício da monarquia, etc. Apenas nos resta referenciar que a FRAUDE ELEITORAL MONÁRQUICA QUE TEM A SUA ORIGEM EM MADRID fora derrotada em 26 de Abril de 1903 «impondo-se a VERDADE e demonstrando a FORÇA DOS REPUBLICANOS», em 12 de Abril de 1931 e em 16 de Fevereiro de 1936 onde o povo galego ao se INSURGIR durante uma semana conquistou a VERDADE, e a VITÓRIA da Frente Popular foi proclamada em dia 24 apesar dos disparos dos falangistas fuziladores, os descendentes dos quais hoje integram na Galiza o PP. DERROTEMO-LOS!

Em Compostela, Sábado, 26 de Março de 2011 COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 18:55

Terça-feira, 29.03.11

NÃO ÀS COMEMORAÇÕES DOS 800 ANOS DA CATEDRAL DE COMPOSTELA

O proletariado, as classes trabalhadoras da cidade, o campo e o mar conhecerem a história da Galiza é imprescindível para alcançar a liberdade como classe e como nação. É impossível a liberdade, a libertação, sem o conhecimento da nossa história proletária, a história da nação PROLETÁRIA que a Galiza foi e continua a ser. As comemorações dos 800 anos da catedral de Compostela, o mesmo que a visita do Papa, têm por objetivo para além da propaganda do nacional-catolicismo e o nacional-socialismo do PP, o FINANCIAMENTO COM VERBAS PÚBLICAS da Igreja Católica com DOUS MILHÕES de Euros que por sua vez ajudarão esta para fazer campanha em favor do voto ao dito partido nas eleições municipais de 22 de Maio. As comemorações começarão no mês de Abril, justamente antes do início da campanha eleitoral oficial e coincidirão com ela. Que pretendem comemorar? A consagração da catedral, anunciaram primeiro; depois, a construção da catedral, tentando clandestinizar o evento para evitar a oposição da opinião pública perante o esbanjamento de mais de 332 Mpts de dinheiro público numa Galiza com um quarto de milhão de pessoas DESEMPREGADAS. Em qualquer caso para responder com rigor à questão do que pretendem comemorar, temos que recuar até ao ano 1211 em que foi rematada a construção da catedral. Iniciada em 1075, sob o reinado de Afonso VI, Imperador de Leão e notável versejador em GALEGO, os 136 anos que durou a sua construção se passaram baixo os reinados do dito Afonso VI, Afonso VII, Fernando II e Afonso IX, TODOS REIS GALEGOS, galegofalantes e galegoescreventes, quer dizer, o primeiro, terceiro e quarto para além de escritores e poetas, eram músicos, TROVEIROS, e o eram de elite como Fernando II e Afonso IX que tiveram a Corte em Compostela. A história COMUM da Galiza com Portugal tem um notável referente durante os reinados de Afonso VI e Afonso VII. Afonso VI entrega a posse da Galiza, que em 1098 incluía Lisboa, ao seu genro Raimundo de Borgonha e o condado de Portugal, fazendo parte da Galiza, ao curmão deste, o também genro, Henrique de Borgonha. Afonso VII ou Afonso Raimundes, filho do primeiro, e Afonso Henriques, filho do segundo, considerado primeiro rei de Portugal, CONFRONTAM no que os historiadores mais rigorosos denominam UMA GUERRA CIVIL ENTRE GALEGOS. A vitória das armas da Galiza Sul sobre as da Galiza Norte determina o começo da independência de Portugal, «nascido de um ângulo da Galiza» que alastra para sul o mesmo que a Galiza Norte cujo território à morte de Afonso IX em 1230 chegava à fronteira com Andaluzia pelo sul e pelo leste a uma linha iniciada no Cantábrico, no rio Deva, passando por Sagum, Medina do Campo, Ávila, leste de Mérida até à fronteira andaluza. Não temos conhecimento de quais os limites entre a Galiza Sul e a Galiza Norte, sempre MAL denominada «Castilla-León» na altura. Sabemos que é em 1297, com D. Dinis em Portugal que o Tratado de Alcanizes afixa uma fronteira que era quase a atual. Se a Universidade de Salamanca foi fundada EM GALEGO por Afonso IX em 1215, qual seria a língua da Universidade de Palença fundada em 1216 por Afonso VIII de Castela, curmão e sogro do anterior? Se Fernando II, galego-falante-escrevente, afixa as fronteiras entre o Reino da Galiza-Leão e Castela no Tratado de Sagum em 1158 com Sancho II, seu irmãozinho, o que falaria-escreveria este? Se da sequência (1230-1350) de reis ditos castelhanos Fernando III, o Santo, Afonso X, o Sábio, Sancho o Bravo, Fernando IV e Afonso XI, filho predileto de Neda, escreveram em galego, Fernando III, Afonso X e Afonso XI, era por moda ou porque era a sua língua e a do povo castelhano? Ou seria porque TODOS os historiadores árabes os denominavam GALEGOS mesmo em sentido pejorativo? Se o dito pai das letras castelhanas, o cântabro Marquês de Santilhana, deixou escrito no XV século que quaisquer dizedores fossem de onde forem TODA a sua obra faziam em GALEGO, poderemos concluir que o povo castelhano era COMPETENTE EM GALEGO, quer dizer, percebia e repetia o que os dizedores diziam EM GALEGO? Colocamos todas estas questões porque temos a convicção, estamos convictos de que ESPANHA É PATRANHA. Brutal e RACISTA PATRANHA contra nós que falsifica TODA a história para manter um constructo FALSO, a Espanha, cujo objetivo é MATAR BEM PARA ROUBAR MELHOR, a começar por nós, pela Galiza, e pelo mundo TODO. Eis o que define as monarquias e monarcas TODOS, galegos, castelhanos, portugueses, ingleses, holandeses, franceses, alemães, etc. todos elevados ao governo por Deus e o seu representante na Terra, El-Rei do Vaticano, o Papa, e as suas CRUZADAS ordens MILITARES ditas religiosas que eram as que regiam-regem Compostela, a sua catedral e os seus construtores quer fossem mestres, pedreiros, população livre, a minoria, quer fosse população ESCRAVA, A MAIORIA. Ordens MILITARES ditas religiosas, às ordens do Vaticano, Templários, Cluny, Cister, Bieitos, Franciscanos, etc. que na Galiza eram proprietários dos mosteiros e da maior parte das terras; ordens fornecidas de mão-de-obra ESCRAVA quer pelos nobres que a conquistaram quer pelos reis que a tomaram cativa nas campanhas em «terras de mouros» quer compradas pelos próprios mosteiros em feiras fronteiriças, em feiras cristãs ou em feiras árabes, EM MERCADOS DE ESCRAVOS, quer dizer, TUDO O PODER MILITAR DO VATICANO SOBRE A GALIZA ATRAVÉS DAS SUAS ORDENS SUSTENTAVA-SE NA ESCRAVATURA, no proletariado ESCRAVO, criado nos mosteiros em granjas de ESCRAVOS. E a sorte das ESCRAVAS, como acontecia no Couto de Júvia, era serem ROUBADAS para esposas ou concubinas pelos cavaleiros ou vilãos. Os 136 anos que durou a construção da catedral de Compostela foram de TRABALHO ESCRAVO, de seres humanos ESCRAVIZADOS pelo poder VATICANO-MONÁRQUICO, militar, religioso e sobretudo ECONÓMICO. E o que têm que fazer o Vaticano, a CEE, o Cabido Compostelano e a Feijoada Vaticana É PEDIR PERDÃO, não COMEMORAR A ESCRAVATURA DA GALIZA E DO SEU PROLETARIADO COM VERBAS PÚBLICAS PARA FRAUDE ELEITORAL. O mote «Antes Mortos do que ESCRAVOS» de Castelão tem que nos inspirar para COMBATER E DERROCAR o poder das TREVAS na Terra, o Vaticano e as suas monarquias, a meio da INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Sexta-Feira, 25 de Março de 2011

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 18:48

Terça-feira, 29.03.11

DERROCARMOS OS SENHORES E SENHORAS DA GUERRA

A Resolução do Conselho de Segurança da ONU em Sexta-Feira, 18 de Março de 2011, foi a escusa, o «disparo de saída», de um ataque, invasão e ocupação da Líbia, pensado, organizado e pronto muito antes de essa data pelo governo dos EUA presidido por Obama e representado pela HITLERy Clinton, o seu John Negroponte e o bushano Perle «para MATAR a fantasia de a ONU cumprir o mandato dos povos que a fundaram»: EVITAR A GUERRA E O GENOCÍDIO PROLETÁRIO COM PAZ E DESARMAMENTO. A feminista de combate imperialista, Carmo Chacón, tornou-se adail da concentração e «manobras» de barcos de guerra da NATO em Cartagena e no Mediterrâneo. O porta-aviões Enterprise e dois porta-helicópteros dos EUA posicionaram-se nas costas da Líbia. Unidades das frotas de guerra italianas, britânicas, francesas, etc. acompanham as ianques para a GRANDE CONCENTRAÇÃO de tropas e armamento dissuadir seguidores de Kadhafi, evitar a derrota das hostes da «monarquia petroleira ianque» com capital em Bengasi, infiltrar comandos de elite para armá-las, dirigi-las, conduzi-las à vitória e dividir a Líbia em duas visto não poderem apanhá-la inteira. Tudo em concordância com os «democráticos deveres» da social-democracia internacional de ZP-Obama-Açores. Às reticências da Alemanha e a Turquia, à negativa do Reino da Noruega e ao F-15 norte-americano derrubado acompanha a notícia de aviões britânicos não bombardearem porque atingiriam civis, sem nós sabermos se a verdadeira causa foi o MOTIM ou a insubordinação do pessoal bombardeador, porque do que temos certeza é de que os parlamentos e governos espanhol, inglês, francês, norte-americano, dinamarquês, europeu, etc. a votarem em favor da GUERRA não representam o desejo UNÂNIME dos respetivos povos de PAZ E DESARMAMENTO para acabar com o DESEMPREGO: Money for Jobs, NO WAR, verbas para emprego, NÃO GUERRA, milionários deputad@s e governos cujo destino é ser DERROCADOS pelos povos em luta. Como lhes aconteceu ao Aznar e ao Bush agora tem que lhes acontecer ao ZP, Obama, Cameron, Sarkozy, Rasmussen, etc. Motim na fragata Mendez Nunhez para cumprir o mandato dos povos das Nações Unidas e aplicar Tribunal de Nuremberga a Roma Santa! Nós apelamos para os povos britânico, francês, dinamarquês, o proletariado do COMPLEXO MILITAR-INDUSTRIAL e o povo norte-americano LUTAREM CONTRA A SATRAPADA CAPITALISTA DA GUERRA, O GENOCÍDIO E O LATROCÍNIO. E os governos da Rússia e a China que NÃO vetaram a Resolução do Conselho de Segurança merecem a mesma sorte; nós apelamos ao proletariado, aos povos, às nações pobres, às colónias, às semicolónias, ao proletariado e aos povos das nações que construíram o SOCIALISMO, derrotado para roerem fome CAPITALISTA, a se UNIREM CONTRA A GUERRA DOS EUA e aliados na NATO para atacar a Líbia, assassinar Kadhafi, lhe ROUBAR O PETRÓLEO, ocupar militarmente o país e evitar a queda das monarquias petroleiras ianques como a Arábia Saudita a atacar, invadir, ocupar Bahrein e lhes defender a V Frota sem que a HITLERy Clinton, a Chacón, o Cameron clicar «ON». O perigo de GUERRA MUNDIAL NUCLEAR acentua-se com ataques imperialistas como o que está a acontecer agora mesmo contra a Líbia. Essa é a responsabilidade dos capitalistas, os seus governos, os seus partidos e os seus lugar-tenentes a dirigirem os sindicatos. «O Americano Impassível» de Grahan Green é o melhor referente para o Planeta rebentar porque o mundo não se mobiliza; porque o mundo não exerce o mandato dos povos das Nações Unidas, A INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, Quarta-Feira, 23 de Março de 2011 COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 18:43

Terça-feira, 29.03.11

REPÚBLICA FEDERATIVA SOCIALISTA DA GALIZA E PORTUGAL (distribuídas 2000 folhas às 15 h. do Sábado, 19 de Março de 2011 em Lisboa manifestação CGTP)

(distribuídas mais mil folhas do DIREITO DA GALIZA À PAZ e uns centos do DIA DA CLASSE OPERÁRIA DA GALIZA)

A República portuguesa nasce «com a Galiza na boca» [de Teófilo Braga] e com o seu primeiro projeto de Constituição FEDERAL. Nasce sete anos depois de a UNIÃO OPERÁRIA galego-portuguesa ser matada com três anos de VIDA para impedir o seu crescimento, desenvolvimento e fruto: a República Federativa Socialista da Galiza e Portugal. Em 1910, uma revolução operária dirigida pelo Carbonário e Maçom Partido Republicano Português derroca a monarquia para instaurar uma República cuja cabeça, Teófilo Braga, presidente do Governo Provisório e depois presidente eleito da República, pensava em UNIR a Galiza com Portugal em uma ÚNICA REPÚBLICA por sua vez federada com as Repúblicas das outras nações peninsulares [e insulares] na República Federal Ibérica. Com este pensamento de UNIÃO galego-portuguesa, o obreiro das comemorações CAMONIANAS, a representar o Centro Republicano FEDERAL fora eleito pelo povo vereador de Lisboa uns anos antes, anos em que escrevera: «o afastamento da Galiza de Portugal provém do esquecimento da tradição nacional e da falta de plano político em todos os que nos têm governado». Tradição nacional e plano político de UNIÃO em que muitas outras cabeças galegas e portuguesas pensavam e agiam para tornar realidade: o FEDERALISMO IBÉRICO não pode abafar, como alguns pretendem, o projeto de UNIDADE NACIONAL galego-portuguesa; o proletariado galego e português, vanguarda de todas as classes em termos de progresso DEMOCRÁTICO, económico, social e político, forjou essa UNIDADE sobre o seu sangue nas grandes lutas que estavam a abalar a Galiza e Portugal durante os anos 1901, 1902, 1903 em que foi fundada a UNIÃO OPERÁRIA GALAICO-PORTUGUESA em Tui, Viana e Braga. A luta camponesa acompanha a operária e nesse 1910 a Assembleia Agrária de Monforte inaugura a organização e luta da Galiza camponesa inspirada por cabeças cujo pensamento era a UNIÃO da Galiza com Portugal. Apenas um ano depois da Revolução Soviética, DEZ DIAS QUE ABALARAM O MUNDO, em Lugo, em 17 e 18 de Novembro de 1918, a Galiza proclama que ela com Portugal forma NAÇÃO COMPLETA talhada pelo fatalismo histórico, a meio da Assembleia Nacionalista. No entanto os governos republicanos portugueses, a República portuguesa, cofundadora da Sociedade das Nações, luta pelo seu reconhecimento internacional, participa na primeira Guerra Mundial, derrota as aspirações proletárias e são vítimas da reação internacional com o golpe militar que inaugura o Estado Novo do assassino Oliveira Salazar em 1926 três anos depois do golpe do borracho e puteiro general monárquico espanhol Primo de Rivera com certeza a conspirar contra a República portuguesa para a sua derrocada. A luta continua e a República Galega SOVIÉTICA é proclamada perante o operariado em luta em 27 de Junho de 1931, em Compostela onde Antão Alonso Rios proclamou a UNIÃO COM PORTUGAL: «abraçando-nos carinhosamente a Portugal». Apenas dois meses depois, em 26 de Agosto, eclodiu a revolução, com integrantes da Liga de Paris, em Portugal verificando-se violentos combates que foram sufocados. A livre federação ibérica das repúblicas operárias e camponesas da Galiza-Portugal com a Catalunha, Bascônia e a Espanha foi a posição da Internacional Comunista fundada por Lenine, defendida e propagandeada nos programas dos comunistas face os partidos republicanos e nacionalistas burgueses, também defensores da livre federação ibérica das ditas repúblicas. Imediatamente depois da derrota da República espanhola o projeto de criar um partido comunista constituído por «espanhóis» e portugueses figura nos arquivos da PIDE, só que os «espanhóis» que interroga, tortura e assassina, junto com os portugueses, são galegos e galegas que temos de resgatar do SILÊNCIO também como a SOLIDARIEDADE do campesinato português pobre com os galegos a fugirem de Franco e a PIDE. A UNIÃO galego-portuguesa na luta contra as ditaduras do Pacto Ibérico é tão extensa que abrange muito mais do que a Galiza e o Norte de Portugal sem que o camarada Santos e o camarada Gomes, responsáveis de fronteiras do PCP contassem o muito que, presumimos, saberiam. Temos a intuição de a morte de Vítor Garcia Estanilho, o Brasileiro, ser causada pela ideia da defesa da UNIÃO galego-portuguesa. Ideia que aparece com muita força nos amigos Humberto Delgado e Henrique Galvão no seu combate com galegos pela Santa Liberdade contra as ditaduras do Pacto Ibérico cujo objetivo central era impedir a UNIÃO galego-portuguesa, impedimento inspirado pelo chefe da FET-JONS, o assassino cedeirês Suevos, protegido de Franco e especialista em questões portuguesas com fortes laços com o integralismo. A derrotada Revolução dos Cravos não teve tempo para que emergisse a questão da UNIÃO galego-portuguesa embora a criação da CPLP e a sua defesa da Autodeterminação do Timor Leste abriu um caminho para a da Galiza e a sua UNIÃO com Portugal, mais uma vez abafada pela diplomacia do Reino da Espanha e o medo dos governos portugueses e não apenas. Oliveira Martins escreveu que o iberismo, a alastrar na península desde começos do XIX século, era a REVOLUÇÃO por republicano, federalista e socialista. Desde o carbonário Riego e o maçom Saldanha até que Franco e Salazar EXTERMINARAM republicanos, federalistas e socialistas, EXTERMINARAM A REVOLUÇÃO. Extermínio que dura até hoje na Galiza e Portugal em termos de CENSURA ideológica e histórica, de censura da tradição nacional e do plano político, sem que o povo galego-português, as suas organizações e instituições rompam a censura embora as comemorações do Centenário da República portuguesa num tempo em que a necessidade e urgência da revolução proletária no nosso mundo tem que colidir com o desemprego, a fome, o êxodo, A APOCALIPSE E A GUERRA mesmo NUCLEAR que produz o CAPITALISMO desde Portugal até ao Japão, realidade EVITÁVEL a a meio da INSURREIÇÃO.

Em Lisboa (Galiza Sul), Sábado, 19 de Março de 2011 COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 18:37


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