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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Quinta-feira, 13.05.10

DEFENDAMOS A LÍNGUA E A CULTURA DA GALIZA

Que a língua galega era a mesma que a portuguesa, reconhecia-o até o LINGUÍCIDA Fraga Iribarne. TRAMPOSO E MENTIROSO como bom franquista, acrescentava que hoje são diferentes, para dividir o galego em duas categorias, o «galego existente» e o «galego seseante», impondo como modelo linguístico o «galego existente», a fala resultante de séculos de GENOCÍDIO, VEXAME, HUMILHAÇÃO E ANALFABETISMO da população da Galiza e da PROIBIÇÃO da sua língua. A nossa língua, com séculos de literatura UNIVERSAL, com FONÉTICA, LÉXICO E ORTOGRAFIA próprias, mais uma vez, determina-a o franquismo.
A luta da Galiza pela sua libertação particularmente contra o franquismo protagonizada pelo operariado e as classes trabalhadoras galegas foi acompanhada pela luta em favor da nossa língua sem que o Estatuto de Autonomia atual, criado pelo RACISTA, LINGUICÍDA, CORRUPTO E CHULO, Francisco Vázquez «Lalalá», dentre outros, e rejeitado pelo 80 % da população, contemplasse o que Ricardo Carvalho Calero lhes colocou: 1.- Que o galego é português. 2.- Um tempo de transição DIDÁTICO para essa VERDADE ser assumida sem traumas. O golpe militar da Guarda Civil de 23 de Fevereiro de 1981 instalou o franquismo de Aliança Popular no governo galego que decreta em 17 de Novembro de 1982, Fernández Albor e Filgueira Valverde, a continuidade do ANALFABETISMO da população da Galiza na sua própria língua e cultura PROIBINDO com todo RIGOR a essência do pensamento secular galego: A UNIÃO DA GALIZA COM PORTUGAL.
ALFABETIZAR a população da Galiza na sua própria língua e cultura significa que a Educação Infantil, o Ensino Primário, o Ensino Secundário e, sobretudo, a Universidade, a EXCELÊNCIA do conhecimento, têm que ter a língua e a cultura da Galiza como objetivo PRIORITÁRIO de ensino dentro da cultura UNIVERSAL o qual entra em IRRESOLÚVEL contradição com a língua e a cultura espanhola disparatadamente RACISTA contra nós e hegemónica no ensino porque precisa «morfinizar» a população para ESPOLIAR as riquezas da Galiza. Eis a chave de tudo: fazer-lhe crer aos galegos e galegas que são espanhóis para tudo lhes roubar.
Um proletariado e umas classes trabalhadoras galegas ALFABETIZADAS na sua própria língua e cultura seriam uma força IMBATÍVEL que trazeria de imediato PROGRESSO E RIQUEZA para a Galiza, simplesmente porque acabaria com a TIRANIA E A ESPOLIAÇÃO ESPANHOLA para a população galega desfrutar DEMOCRACIA E RIQUEZA.
Daí a necessidade dos tiranos espanhóis de CENSURAR, FALSIFICAR, PROIBIR a nossa língua, cultura e história. Eis alguns exemplos: Nuno Freire de Andrade, da Ponte de Eume, irmão de Fernão Peres de Andrade, lutou em favor da UNIÃO da Galiza com Portugal o mesmo que Inês de Castro e os seus irmãos. No decorrer dos séculos a nobreza galega e a portuguesa tentaram sempre a UNIÃO, com derrotas que não evitaram a Independência da Galiza Sul que recebe a metade do mundo para que renuncie à Galiza Norte no Tratado de Tordesilhas. Genocidado e espoliado o mundo pelas monarquias Castelhana e da Galiza Sul, começa a ACUMULAÇÃO DE CAPITAL estudada por Marx, que continuam, ASSASSINANDO, ESCRAVIZANDO E ROUBANDO, a Holanda, a França, a Inglaterra. Durante esse tempo o Reino da Galiza é um Reino Escravo que nem direito ao voto tem nas «Cortes de los Reinos y las Províncias de Castilla»; Reino Escravo que em quinze anos do século XVII, século de RACISTAS, OBSCUROS, FALSIFICADORES E OURO, perde por GENOCÍDIO, ou «carne de canhão», UM TERÇO da sua população para «glória de Dios Nuestro Senhor y sus representantes en la Tierra, El Papa y los monarcas espanhóis» que continuam a dia de hoje de «pilinghrins» à PATRANHA do apóstolo Santiago contra a VERDADE da nossa idiossincrasia, Prisciliano, e a nossa língua que vai ser defendida, contra eles, em 17 de Maio em Campus Stela ou Livre Dom.
Escravos da Galiza Norte a lutar por romper as suas cadeias, UNEM-SE com Escravos da Galiza Sul, para em Tui, em 1901, criarem a UNIÃO GALAICO PORTUGUESA. Internacionalismo Proletário? Solidariedade Internacionalista? Não! UNIÃO NACIONAL DE PROLETÁRIA SOLIDARIEDADE.
Estas VERDADES estão rigorosamente CENSURADAS nos programas de ensino nas Universidades, Liceus e Escolas galegas: às nossas crianças não se lhes permite saber que Manuel Murguia em Tui, em 1891, afirmou que o galego, língua oficial em Portugal, é falado em todas as suas colónias; os meninos galegos podem morrer sem saber que o poema de Pondal do nosso Hino Nacional, apela para a UNIÃO galego-portuguesa; a Psicologia e a Linguística na Galiza têm interdito estudar que o betanceiro João Vicente Biqueira, dos três grandes de Psicologia no Reino espanhol, ele era um, que para além disso, ousado, afirmava que para ALFABETIZAR a população cumpria estudar a língua galega com DICIONÁRIOS E GRAMÁTICAS PORTUGUESAS; e as galegas Ciências da Comunicação concluirão que o viveirense Antão Vilar Ponte, durante décadas grande jornalista, não se estude na Faculdade porque deixou escrito e publicado em A Nossa Terra, Ideário das Irmandades da Fala da Galiza e Portugal, que o Português é o Galego nacionalizado e modernizado, que a Galiza com Portugal forma nação única e que a Galiza Norte tinha que ser representada pelo governo da República da Galiza Sul na Liga das Nações. Que o «Sempre em Galiza» continue PROIBIDO E CONSTRANGIDO na Universidade e no ensino é uma boa mostra da IRRESOLÚVEL contradição Galiza-Espanha a qual se resolve com a Galiza LIVRE E UNIDA com Portugal.
Tudo isto e mesmo mais é o que nós convidamos a defender ao proletariado e às classes trabalhadoras galegas acudindo à manifestação que se celebrará às 12 horas do 17 de Maio de 2010 na Alameda de Compostela, manifestação contra o EXTERMÍNIO do galego que pretende o governo do Sr. Feijó.
Em Ferrol, Quinta-Feira, 13 de Maio de 2010
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 12:07

Quinta-feira, 13.05.10

APONTAMENTOS DA LUTA EM FAVOR DA NOSSA LÍNGUA

APONTAMENTOS DA LUTA EM FAVOR DA NOSSA LÍNGUA
Essa luta esteve sempre inserida na luta geral da Galiza pela sua libertação protagonizada pelo operariado e as classes trabalhadoras galegas. Em ASTANO e BAZAN (Ferrol), por exemplo, a luta em favor do galego foi um facto, a nossa era a língua oficial e proletária em assembleias de milhares de pessoas, até 8.000 no Inferninho; na própria Bazan logrou-se oficializar o galego depois de uma ORGANIZADA, decidida, convicta, valente e apupada intervenção em galego de Ruben Ferreiroá Pernas numa Assembleia Geral: FOI UMA VITÓRIA HISTÓRICA. Agora, na nossa opinião, a luta em favor da língua centra-se no Ensino primário e secundário, desprezando uma força de dezenas de milhares do estudantado e professorado das Universidades, dando-se o paradoxo do ANALFABETISMO na nossa língua e cultura em Ciências da Comunicação, mesmo em estudos de Galego, Galego-Português ou Português.
Nós reivindicamos incorporar na luta em favor da língua, o operariado, o campesinato, as trabalhadoras e trabalhadores do mar, o estudantado, professorado e trabalhador@s da Universidade. Os sindicatos e representações sindicais têm o DEVER de fazer assembleias nos centros de trabalho para a defesa da língua e assistência à manifestação de 17 de Maio em Compostela fazendo os Comités das grandes, meãs e pequenas Empresas apelos públicos para acudir à manifestação facilitando o transporte. Na Universidade, nos Campus das sete cidades galegas, assembleias de Faculdade, Escola, etc. para conseguir Assembleia Geral em defesa da língua de estudantado, professorado e trabalhador@s. Outro tanto na Rede de Hospitais públicos e privados. Temos que lograr sermos mais manifestantes que em 1 de Dezembro de 2002 contra a maré negra do Prestige. Concelhos, também portugueses, Deputações, Parlamento têm o DEVER de apelar publicamente na defesa da nossa língua assistindo à manifestação e facilitando transporte para a cidadania. A Assembleia da República, CPLP, outros Parlamentos espanhóis, europeus, o Parlamento Europeu podem e devem SOLIDARIZAR-SE com a língua da Galiza. A própria ONU ou organismos dela. Na nossa opinião, a chave de todo o dito é a organização HORIZONTAL de Queremos Galego, publicando os contactos (e-mail, telefone) das pessoas e entidades que a integram. Se isto continuar secreto IMPEDE-SE a hipótese de muitas outras iniciativas em favor da nossa língua.
O povo galego não tem porque sofrer até às próximas eleições autonómicas em 2013 os DANOS que o governo ladrão de Feijó lhe infringe. É tão democrática a sua derrocada a meio do voto em 2013 como a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO em 2010 porque este direito é o primeiro que reconhece aos povos, também ao galego, a Declaração Universal dos Direitos Humanos publicada Genebra em francês, Declaração assinada e ratificada pelo Reino da Espanha, portanto fazendo parte não apenas das leis universais mas também das espanholas. Daí o nosso apelo para criarmos a Assembleia Nacional da Galiza em Compostela, no Parque do Zeca Afonso (diante do Auditório) às 11,30 horas do Sábado, 23 de Maio de 2010, pessoas, entidades e instituições, sem excluir ninguém, A GALIZA UNIDA para a defesa dos seus direitos nacionais derrocando o governo de Feijó a meio da REVOLTA, DA INSURREIÇÃO e novas eleições livres, limpas e democráticas. Se pensas assistir comunica-o em
gzsgalizasolidaria@hotmail.com.
Em Compostela, Sábado, 8 de Maio de 2010
Manuel Lopes Zebral, COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 12:06


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