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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Terça-feira, 25.11.08

A PATRANHA ESPANHOLA CONTRA A PORTUGUESA GALIZA (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Terça-Feira, 25 de Novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Tem por objectivo histórico e secular a ESPOLIAÇÃO dos seus recursos naturais particularmente os recursos humanos, a população, submetida à escravatura ou actualmente como reserva de qualificada mão-de-obra BARATA e a que sobra para o DESEMPREGO ou a exportação (EMIGRAÇÃO).

Dentre as infinitas PATRANHAS com as que nos NEGAM E ANIQUILAM, hoje destaca uma que vai ser o centro da apresentação em A Crunha do último trabalho de Milhadoiro: realçar o assassinato da galega Inês de Castro como um caso de VIOLÊNCIA DE GÉNERO PARA OCULTAR O ASSASSINATO POR MOTIVOS POLÍTICOS: A UNIÃO DA GALIZA E PORTUGAL.

A galega, galego-portuguesa ou portuguesa Inês de Castro e Valadares foi degolada em Coimbra em 9 de Janeiro de 1355 por ser uma das cabeças, a de maior influência, a inspiradora intelectual, dos partidários da UNIÃO da Galiza com Portugal. O seu assassinato atribuído às ordens de El-Rei de Portugal, Afonso IV, está inspirado no medo deste à AMEAÇA IMINENTE DE ATAQUE, INVASÃO E OCUPAÇÃO CASTELHANA.

O certo é que o gigante crunhês Emílio González López na sua ainda hoje CENSURADA obra «LA INSUMISIÓN GALLEGA, MÁRTIRES Y REBELDES (GALIZA E PORTUGAL nos séculos XIV e XV)» qualifica «INÊS DE CASTRO, MÁRTIR DA GALIZA, sacrificada por razões de estado» e descreve durante vários capítulos o confronto político-militar para UNIR a Galiza e Portugal baixo a coroa do rei Pedro, amante e pai dos filhos de Inês de Castro durante quinze anos; como a família dos Castro estava envolvida neste projecto COLECTIVO nomeadamente os irmãos da Inês, Alvar Peres de Castro e Fernão Ruis de Castro; como o primeiro deles, Alvar Peres de Castro, «pensava em UNIR a Galiza, a sua pátria de nascimento com Portugal, a sua pátria adoptiva»; como o segundo deles, Fernão Ruis de Castro, Adiantado Maior do Reino da Galiza, governador e chefe militar do território galego [muito mais extenso do que hoje] rompeu a vassalagem ao rei castelhano atravessando várias vezes o rio Minho, fronteira galego-portuguesa, para mostrar adesão ao projecto de UNIÃO da Galiza com Portugal; como Inês de Castro defensora desta UNIÃO era o centro de gravidade do projecto pela sua relação com Pedro e como o seu assassinato eliminava o RISCO certo e imediato de realização deste projecto de UNIDADE, projecto que se materializa em 1369 graças a muitos galegos como o crunhês João de Andeiro, o da Ponte de Eume, Nuno Freire de Andrade, os Churruchãos e muitíssimos outros que passaram à história castelhano-espanhola como DELINQUENTES OU FORAGIDOS apenas por darem a vida e a morte à causa da UNIÃO DA GALIZA E PORTUGAL.

Qual o interesse para o operariado galego e português o conhecimento destes factos históricos? Na nossa opinião, É DECISIVO para construir qualquer projecto de liberdade e progresso na Galiza e Portugal SABER que durante séculos, sem qualquer interrupção, a luta em favor da sua UNIÃO foi brutal e cruelmente esmagada pelo Vaticano e as suas monarquias para DOMINAREM O MUNDO desde o Tratado de Tordesilhas até os nossos dias que assistimos a um novo reparto do mundo no que a Galiza e Portugal continuaremos no bando dos perdedores a não ser que a luta proletária galego-portuguesa, qualquer das lutas que motorizam o progresso da Humanidade, tenham como objectivo IMEDIATO A SOCIALISTA REPÚBLICA FEDERATIVA DA GALIZA E PORTUGAL.

Em Ferrol, Terça-Feira, 25 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 17:17

Terça-feira, 25.11.08

ESTRONDOSA DERROTA DOS «MATADORES» DE ASTANO (distribuídas 320 folhas às 13 h. da Segunda-Feira, 24 de Novembro de 2008 na porta Taxonera da Bazan)

Que a Associação Impulsora do Plano Ferrol com «La Voz de Galicia», três sindicatos «maioritários», os dous grandes partidos PP-PSOE, dezasseis alcaides encabeçados por Irisárri, e outras ervas menores com esbanjamento de verbas públicas convoquem a cidadania a se manifestar ontem e lhes acudam uns centos de pessoas, apesar da escusa chuva e outros contrários elementos, SÓ PODE QUALIFICAR-SE DE FRACASSO, ESTRONDOSO. Achamos que o operariado e a cidadania perceberam o oculto motivo da manifestação, MATAR QUALQUER HIPÓTESE DE ASTANO CONSTRUIR BARCOS, e não acudiram; portanto foi uma fracassada manifestação CONTRA ASTANO, manifestação da que arredara o BNG. Nesse endereço entendemos que o nosso trabalho deu fruto.

A ESTRONDOSA DERROTA DOS DA PERMANENTE RECONVERSÃO, um quartel de século a destruir postos de trabalho, SIGNIFICA UMA VITÓRIA PARA ASTANO LIVRE CONSTRUIR BARCOS? Pensamos que não, porque para além da brutal CORRUPÇÃO do governamental partido reconversor, o PSOE, e o seu sindicato, a UGT, acompanhado de CCOO, CORRUPÇÃO que algum dia terá de ser julgada e condenadas as pessoas responsáveis de enriquecimento ilegal a conta do CRIME da Reconversão, estamos mergulhados em uma batalha que tem duas eleições no futuro próximo: as galegas, previsivelmente em Março, e as europeias em Junho, nas que temos que conseguir que ASTANO seja o centro do DEBATE, reparai que ZP e a UE deram centos de milhares de milhões para os ricos e para ASTANO, economia produtiva, NADA, e no imediato temos uma batalha que se vós quereis, MILHARES de companheiras e companheiros VÍTIMAS da Reconversão de ASTANO, operariado de Ferrol e Comarca, poderemos ganhar simplesmente acudindo TODO@S ao local de FIMO às 19 horas da Segunda-Feira, 1 de Dezembro de 2008, a fazer ouvir a vossa VOZ para que a Iniciativa Legislativa Popular que está previsto aprovar tenha como centro de gravidade a defesa da construção de transporte marítimo não militar em um ASTANO propriedade e financiado pela Junta da Galiza, dirigido pelo operariado em regime de cooperativa [lede os artigos 28, 30, 47 e 55 do estatuto de Autonomia], a defesa de ASTANO, repetimos, e do cumprimento dessa legalidade a meio da GREVE GERAL INDEFINIDA da Galiza convocada pela Plataforma Cidadã em Favor de ASTANO que nós propomos seja criada depois das 19 h. do 1 de Dezembro de 2008.

SE CONCORDARES, ACODE, DIFUNDE, ESPALHA PARA QUE A VOZ DAS VÍTIMAS DO CRIME DE ASTANO SEJA OUVIDA. Em Ferrol, Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

COMISSÃO PARA A REUNFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 17:13


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