Segunda-feira, 19.11.07
Imaginemos que a Alexandre Morão Lhordens, Juiz Decano de Ferrol e titular do nº 7, clandestinamente reunido com o Estado Maior golpista do Almirantazgo no Clube de Oficiais do Montão em Carança, IGNOMÍNIA paga com dinheiro público com que orna Ferrol o colonialismo espanhol, lhe fora ordenado MÃO DURA contra a rebeldia dos pessoas que defendemos a VIDA na Ria de Ferrol. Imaginemos uma urgente e improvissada reunião da Junta de Juízes onde o nosso «rojigüaldo» herói ameaçasse com as sete pragas qualquer juiz ou juiza desobediente e/ou indiferente às ordens dadas...
Reconheçamos que muitas pessoas ao ler isto pensarão que é MUITO IMAGINAR. A realidade porém e contumaz: PRISSÃO INCONDICIONAL E SEM FIANÇA para o representante da Confraria de Pescadores de Ferrol como se fosse o que deitou a T-4 do aeroporto de Baralhas em Madrid e a seguir uma «carga» da polícia e a guarda civil cuja brutalidade projectou a TV; o que a TV não projectou foi a disposição de «copo», de cerco, das forças policiais, que, na nossa opinião, indicia a prêvia decisão de «cargar» fossem quais forem os acontecimentos. Experimentados militares, pagos com dinheiro público, são os que desenham e dirigem estes operativos cujo objectivo é abrir as cabezas das pessoas que a meio dos seus impostos os financiam e afinal são eles os que governam, decidem eles, seja qual for o poder político que os manda; dá igual Fernández de Mesa y Diaz del Rio que Ameixeiras.
E todo esse magma fascista integrado por militares, polícias e juízes, UNIDO E DETERMINADO, é a «lei» que rege a Monarquia espanhola nomeadamente Ferrol, cidade MILITAR E MILITARIZADA, onde os políticos, tod@s, estão quer às suas ordens quer submiss@s; como se não se pode explicar que a dia de hoje nenhum del@s DENUNCIASSE publicamente os nomes e apelidos dos oficiais que mandam os rebocadores que a Armada enviou contra os barcos d@s mariscador@s ou a ajudar a rebocar o gaseiro e quais os nomes dos Chefes que lhes deram a ordem e como a justificaram. Ninguém esclareceu ainda se a Infantaria da Marinha foi aquartelada, como uma boa fonte afirmou, e por que.
O gaseiro que partiu às 11 horas de hoje leva o nome do herói argelino MOURAD DICHOUCHE, dirigente da Frente de Libertação Nacional que morreu aos 28 anos na luta armada contra o colonialismo francês em Janeiro de 1955. Resgatamos uma parte do por que da sua luta adequado à Galiza:
OBJECTIVOS INTERNOS: saneamento político do movimento nacional revolucionário para destruir a corrupção e o reformismo. Ajuntar e organizar todas as energias sãs do povo galego para a liquidação do sistema colonial.
OBJECTIVOS EXTERNOS: internacionalização da causa da Galiza. Realização da UNIDADE galego-portuguesa no seu âmbito natural lusófono. No âmbito das Nações Unidas, afirmação da nossa simpatia pelas nações que apoiariam a nossa acção libertadora.
MEIOS DE LUTA: continuação da luta por todos os meios até atingir os nossos objectivos.(Declaração da FLN de 1/11/1954).
Em Ferrol, sexta-feira, 1 de Junho de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
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por galizaunidaportugal às 11:07
Segunda-feira, 19.11.07
Why Explore Space?
By Michael Griffin
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National Aeronautics and Space Administration (NASA)
Publicado em 17 de Janeiro de 2007
As NASA resumes flights of the space shuttle to finish building the International Space Station, many are questioning whether the project – the most complex construction feat ever undertaken – is worth the risk and expense.
I have been asked, and asked myself, this question many times during my career, particularly when the United States lacked a plan to go beyond the space station to other destinations in the solar system.
The issue was addressed eloquently in the report of the Columbia Accident Investigation Board, which examined the 2003 loss of the shuttle and its crew. That report pointed out that for the foreseeable future, space travel is going to be expensive, difficult and dangerous. But, for the United States, it is strategic. It is part of what makes us a great nation. And the report declared that if we are going to send humans into space, the goals ought to be worthy of the cost, the risk and the difficulty. A human spaceflight program with no plan to send people anywhere beyond the orbiting space station certainly did not meet that standard.
President Bush responded to the Columbia report. The administration looked at where we had been in space and concluded that we needed to do more, to go further. The result was the Vision for Space Exploration, announced nearly three years ago, which commits the United States to using the shuttle to complete the space station, then retiring the shuttle and building a new generation of spacecraft to venture out into the solar system. Congress has ratified that position with an overwhelming bipartisan majority, making the Vision for Space Exploration the law of the land.
Today, NASA is moving forward with a new focus for the manned space program: to go out beyond Earth orbit for purposes of human exploration and scientific discovery. And the International Space Station is now a stepping stone on the way, rather than being the end of the line.
On the space station, we will learn how to live and work in space. We will learn how to build hardware that can survive and function for the years required to make the round-trip voyage from Earth to Mars.
If humans are indeed going to go to Mars, if we’re going to go beyond, we have to learn how to live on other planetary surfaces, to use what we find there and bend it to our will, just as the Pilgrims did when they came to what is now New England – where half of
them died during that first frigid winter in 1620. There was a reason their celebration was called “Thanksgiving.”
The Pilgrims were only a few thousand miles from home, and they were accomplished farmers and artisans. And yet, when they came to an unfamiliar land, they didn’t know how to survive in its harsh environment. They didn’t know what food would grow and what wouldn’t. They didn’t know what they could eat and what they couldn’t.
The Pilgrims had to learn to survive in a strange new place across a vast ocean. If we are to become a spacefaring nation, the next generation of explorers is going to have to learn how to survive in other forbidding, faraway places across the vastness of space. The moon is a crucially important stepping stone along that path – an alien world, yet one that is only a three-day journey from Earth.
Using the space station and building an outpost on the moon to prepare for the trip to Mars are critical milestones in America’s quest to become a truly spacefaring nation. I think that we should want that. I want that. I want it for the American people, for my grandchildren, for my great-grandchildren.
Throughout history, the great nations have been the ones at the forefront of the frontiers of their time. Britain became great in the 17th century through its exploration and mastery of the seas. America’s greatness in the 20th century stemmed largely from its mastery of the air. For the next generations, the frontier will be space.
Other countries will explore the cosmos, whether the United States does or not. And those will be Earth’s great nations in the years and centuries to come. I believe America should look to its future – and consider what that future will look like if we choose not to be a spacefaring nation.
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por galizaunidaportugal às 10:53
Sexta-feira, 16.11.07
Os 26 anos do «Prestige» foram determinantes, dentre outras coisas, para produzir a brutalidade do desastre que sofreu a população da Galiza e não apenas; o risco, a certeza, da brutalidade do desastre, neste caso GENOCÍDIO, é o «interesse colectivo» que invocam Feliz Alonso, director de REGANOSA, e sequazes superiores e inferiores aquando se emperram em que entre na Ria de Ferrol um gaseiro com 27 anos de existência, mais um ano do que o «Prestige», sabendo como sabem muito melhor do que nós que um barco com dez anos de navegação tem que ir para sucata, sabendo como sabem que uma explosão de gás nos depósitos e/ou nos barcos tornaria a Ria de Ferrol numa Hiroshima sem bomba nuclear, quer dizer, nós acusámo-los de jogarem connosco, com a população da Ria, à RULETA RUSSA, para produzir um número de mortes que só se pode qualificar de GENOCÍDIO, as coisas pelo seu nome: esse é o «interesse colectivo» que invocam Félix Alonso e sequazes superiores e inferiores.
É, também, certo que a singradura de navios-sucata com mais de 10, 15, 20 e 25 anos pelo interior das Rias da Galiza faz parte da comúm e IMPOTENTE DENÚNCIA da cidadania galega e as suas entidades desde antes da maré negra do «Prestige» com o consentimento e/ou olho benevolente do governo galego e os partidos que o integram, sem que ninguém se decida a dar uma RESPOSTA NACIONAL a uma questão de dimensão NACIONAL da Galiza.
E o mesmo que vimos denunciando desde a maré negra do «Prestige», PROCLAMÁMO-LO agora: enchem a Galiza de navios-sucata com mais de 20 anos com certeza de acidentes com danos drásticos para a população e ASTANO sem construir um barco desde Junho de 1983, nem «desguazar», nem nada, só comprar dirigentes sindicais na Asociación Impulsora do Plano Ferrol com 520.000 € anuais ou uns dirigentes do BNG e do governo galego a entregá-lo a Barreras em vez de mobilizar a população contra o governo espanhol e o europeu para conseguir que ASTANO construa parte do 4,5 % da demanda mundial de transporte marítimo sem atender, por não falar de construir uma frota de cabotagem galega e não apenas.
Dos sequazes superiores de Félix Alonso pode-se afirmar que o seu «interesse colectivo» mede-se pelos 70.000 milhões de €, cerca de 11 bilhões de pts., que Botin vai pagar por um banco holandês porque os lucros obtidos permitir-lhe-ão vender-lhe a Florentino Perez o que faça falta pagando este com o dinheiro emprestado por Botin: assim garantem a CONTINUIDADE DA COLONIZAÇÃO E ESPOLIAÇÃO DA GALIZA de Franco e Barrié de la Maza, agora com mais do 40 % das acções de FENOSA em mãos do Conde Florentino que através de UNIÓN FENOSA GÁS vende gás em China e onde faça falta com um presente e um futuro imediato de GRANDES BENEFÍCIOS, com o qual que haja um acidente que arrasse Ferrol, importa-lhes nada, como ao governo galego e partidos que o integram que não mobilizam a população na defesa do que é seu, OS RECURSOS DA GALIZA.
Relativamente aos sequazes inferiores de Félix Alonso, «os defensores da lei», defendem aos que a violam, batendo impunes e cobardes, mulheres, velhos e crianças, assediam e intimidam no mar, provocando grandes ondas, os mariscadores nos seus inferiores barcos e por último, e como no franquismo e na «democracia», a Armada intervem ILEGALMENTE para vigilar, intimidar, REPRIMIR, trabalhador@s, desta volta com REBOCADORES mandados por oficiais que convivem connosco, pagos por nós, e que nos assassinam à primeira oportunidade como fizera aquele REBOCADOR DA ARMADA que embestiu e afundiu uma lancha de transporte cheia de operários de ASTANO, «los rojos», aos seus idologizados olhos. Em Ferrol, quarta-feira, 30 de Maio de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
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por galizaunidaportugal às 13:52
Sexta-feira, 16.11.07
O primeiro que chama a atenção é que ninguém reprova os madrilenos e/ou valencianos, etc. por votarem O PP DE FRAGA como durante décadas reprovaram, RACISTAS, a cidadania da Galiza. Os 95.000 votos reconhecidos nos média dão-lhe a ANV representação em um significativo número de significativos Concelhos mesmo em Pamplona onde os seus votos podem instalar Nafarroa-Bai na «alcaldia», ao que «democraticamente» se nega Pepinho Blanco. A estratêgia nacional-socialista de Rajoy e, sobretudo, de Aznar, «os votos que não vaiam ao PP vão para ETA», fica DERROTADA, é uma VITÓRIA DEMOCRÁTICA, e mesmo grande, tendo em conta a pretensão de ILEGALIZAR um partido, Acção Nacionalista Vasca, que chegou a integrar, nada menos, que o governo da República. Qual será agora a escusa dos «democratas e os seus cúmplices» para, como Francisco Franco Vaamonde, PROIBIR E ILEGALIZAR o «separatismo rojo y masón» quer seja este galego, vasco ou catalão?...
Na Galiza a VITÓRIA DA CIDADANIA FOI CONTUNDENTE; seria-o muito mais se a prometida e não cumprida REGENERAÇÃO DEMOCRÁTICA de Tourinho fosse realizada porque, por exemplo, as 200.000 pessoas que se abstiveram em A Crunha e Vigo, teriam opções às que votar cuja política não se sustentasse em DÉCADAS DE MENTIRAS e outros crimes, como os IMPUNES E CONTUMACES dos «cachorros de barro» do PP que graças à fraude conservam as Deputações da Ponte Vedra e Ourense; QUANDO VÃO A DESAPARECER AS DEPUTAÇÕES? QUANDO AS PARÓQUIAS TERÃO RECONHECIMENTO LEGAL? Por que os partidos galegos não reivindicam as Juntas de Freguesia reconhecidas na Constituição portuguesa? Porque são portuguesas ou porque são galegas? Ou pela IDENTIDADE galego-portuguesa, identidade LEGAL em Portugal e ILEGAL na Galiza?
Irisarri, encalhador de barcos em língua espanhola, violador do artigo 14 da Lei de Normalização Linguística, como Abel Caballero, de mãos dadas com Amable Dopico Freire, assassino IMPUNE do operariado a meio do amianto e reconversor de ASTANO e delinquente violador da lei ao serviço, remunerado?, de REGANOSA-FENOSA dando entrada na Ria de Ferrol ao «Galicia Spirit», CELEBRA A «VITÓRIA SOCIALISTA» que se propõe governar «democraticamente» Ferrol com a sexta parte do recenseamento. Quem representará as 30.000 pessoas que se abstiveram?
Por que não se repitem as eleições naqueles Concelhos onde não votou a metade mais um da recenseamento? Por que não se vota pessoas e não listagens fechadas? Não é democrático?...
O BNG reconhece problemas próprios como a causa da sua perda de representação; as causas que não reconhecem é que F.Rodríguez, Jaime Velho, Carlos Outeiro, etc. mandaram matar e mataram a Plataforma de Defesa da Ria de Ferrol, entregar ASTANO a Barreras ou a UNANIMIDADE no governo municipal de BNG com IF e PP, unanimidade atribuível ao resto.
A REGANOSA, a UNIÓN FENOSA GÁS, a Florentino Perez financiado por Botin, por em risco de morte dezenas ou centenas de milhares de pessoas galegas por uma explosão de gás importa-lhe o mesmo que aos hitlerianos lhe importavam os eslavos, que aos norte-americanos as centenas de milhares de vítimas de Hiroshima e Nagasaki ou a Bush, Blair, Aznar e Durão Barroso as mais de 650.000 do Iraque. Não é o mesmo? Não; o que é o mesmo é a actitude de todos eles, hitlerianos, norte-americanos, madrilenos e ferrolanos, a respeito das pessoas, os seus bens e a sua VIDA.
Em Ferrol, terça-feira, 29 de Maio de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
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por galizaunidaportugal às 13:46
Sexta-feira, 16.11.07
E Aznar, eliminada a pena de morte, continuou o labor desde as Ilhas dos Açores para no Iraque ser assassinado José Couso Permuy, filho de um mal tratador do «Cuerpo General» com mando nos vasos de guerra espanhóis que acompanham os norte-americanos nas suas guerras mundiais de EXTERMÍNIO, que no dito país atingiu um número superior às 650.000 vítimas sem serem presos, julgados e condenados Bush, Blair, Aznar e Durão Barroso.
Também Aznar, o assassino, chegará a Ferrol da mão dos Feijóo, Juncal, etc. para ameaçar a população galega que «ladra su resentimento por las esquinas» com as «sete pragas» se é que não vota nas municipais os conspiradores, sabotadores, golpistas, assassinos, incendiários, ladras, bêbados, etc., tão bem representados pelo PP, os quais, aliás, a meio da fraude nos recenseamentos e a fraude eleitoral nos espoliam, para além dos nossos recursos naturais, a democracia e a representação democrática que a vontade popular determina: se os recenseamentos forem públicos, com certeza, encontraríamos os descendentes do golpismo assassino do 36, os madrilenos descendentes dos militares golpistas, falangistas, etc., recenseados cem na morada do «alcalde» do PP ou recenseados na sua dupla, tripla, quarta, etc., residência de verão exercendo ilegalmente o voto para o PP e perpetrando o espólio democrático da vontade popular nos Concelhos menores como Ares, Cedeira, etc., nas sete cidades e na Galiza toda: por isso Rajoy, Zaplana, Michavila, Aznar, etc., nos agridem com as suas visitas.
Botá-los das instituições é o nosso primeiro DEVER; dever permanentemente violado pelos partidos e sindicatos ditos de esquerdas e nacionalistas que, como no caso de Ferrol, praticam UNÂNIMES políticas contra o operariado e as classes humildes: o caso de ASTANO é clamoroso; UNÂNIMES todos em o PRIVATIZAR como Aznar pretendia antes do atentado do 11-M. Se em Vigo os sindicatos mobilizam o operariado do Naval porque as Companhias Auxiliares não têm o 45 % do quadro de pessoal com contratos fixos e mesmo ameaçam com GREVE GERAL provincial do METAL, será que em Ferrol a Nervión, Maessa, Moncobra, Cachaça, etc., têm contratado fixos a mais do 45 %, e por isso CCOO, CIG, etc., não MOBILIZAM nem ameaçam com GREVE GERAL?
Com certeza que a IDENTIDADE na precariedade de Ferrol com Vigo tinha que produzir a mesma MOBILIZAÇÃO. E nós como fizéramos em 11 de Maio de 2006, apelamos para a MOBILIZAÇÃO: FERROL COM VIGO CONTRA A PPIRATARIA PPATRONAL dos «Florentino Perez e Cia.» dirigidos por Aznar, o assassino. MOBILIZEMO-NOS CONTRA AZNAR E OS SEUS LACAIOS.
Em Ferrol, quarta-feira, 16 de Maio de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
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por galizaunidaportugal às 13:39
Sexta-feira, 16.11.07
TOD@S AO MOLHE
HOJE ÀS 19 HORAS
EVITEMOS A ENTRADA DO GASEIRO
GALICIA SPIRIT PROPIEDADE DE FLORENTINO PEREZ
EVITEMOS UM OUTRO DESATRE COMO O DO PRESTIGE
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por galizaunidaportugal às 13:29
Sexta-feira, 16.11.07
Um terramoto de especulação e espoliação da terra, o mar, o ar e O CLIMA está a destruir a nossa Natureza, a nossa paisagem e nossa forma de VIDA. Está a destruir portanto a própria IDENTIDADE DA GALIZA. ESTÃO A DESTRUIR A NAÇÃO.
QUEREM DESTRUIR A NAÇÃO; QUEM?: O FRANQUISMO encabeçado por Fraga e o PP presidido por AZNAR, o assassino, com a ajuda, por activa e por passiva, doutros partidos e sindicatos ditos de esquerda, ditos defensores da Galiza, que em lhe outorgando o título de DEMOCRATAS aos fascistas, unem-se todos contra ETA: OS DEMOCRATAS UNIDOS CONTRA ETA!!!, invertendo a realidade e a necessidade de TOD@S UNID@S CONTRA OS DELINQUENTES FASCISTAS DO PP, conspiradores, sabotadores, golpistas, ladrões, assassinos, «pucheirazistas», bêbados, etc., IMPUNES E CONTUMAZES nos seus crimes contra a cidadania galega e não apenas. E não o dizemos nós; resgatemos que «PELAS SUAS ORIGENS, NATUREZA, ESTRUTURA E CONDUTA GERAL, O REGIME DE FRANCO É UM REGIME FASCISTA MODELADO, E EM GRANDE MEDIDA ESTABELECIDO GRAÇAS À AJUDA RECEBIDA DA ALEMANHA NAZI DE HITLER E DA ITÁLIA FASCISTA DE MUSSOLINI», o qual foi determinado pela Resolução da Assembleia Geral da ONU em 12 de Dezembro de 1946 sem que a dia de hoje fosse modificada esta definição e se tomassem as medidas pertinentes para ILEGALIZAR O FRANQUISMO.
O REMÉDIO: nós reiteramos, ou a cidadania galega UNIDA E MOBILIZADA ou causa perdida, por isso, insistimos, ASSEMBLEIA NACIONAL DA GALIZA, pessoas, entidades e instituições, SEM EXCLUIR NINGUÉM, ponto de encontro para MOBILIZAR E CO-GOVERNAR TUDO; a Plataforma Cidadã «Nunca Mais» é o nosso referente, para bem e para mal: a cidadania UNIDA mobilizada em Compostela, em 1 de Dezembro de 2002, foi determinante para a derrota eleitoral do PP, BEM; MAL: os dirigentes do BNG apropriaram-se dela para a ESVAZIAR e a MATAR negando a participação e a democracia, como sempre, sem encontrar suficiente resistência, mudemos isto!!!.
Também é obrigado afirmar que Bush, o Pentágono e a NASA, encabezada por Griffin, estão a destruir o Planeta a meio duma possante arma: A MANIPULAÇÃO CLIMATOLÓGICA. Nós queremos chamar a atenção relativamente à capacidade que têm os EUA de MANIPULAR as tormentas solares para induzir na Terra os DESASTRES climatéricos e geofísicos que servem os seus propósitos para DOMINAR O MUNDO.
E a nossa mensagem de optimismo e de futuro é rememorar-lhe ao povo galego as palavras de Ho Chi Mihn: «um povo que se está a opor OBSTINADAMENTE a ser dominado século a século, um povo que durante décadas está DECIDIDAMENTE alinhado da banda dos aliados PARA LUTAR CONTRA O FASCISMO, esse povo, merece ser livre e independente».
A GALIZA DEVE SER LIVRE E INDEPENDENTE PARA SE UNIR COM PORTUGAL. EIS O NOSSO FUTURO.
Em Compostela, Domingo, 6 de Maio de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL
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por galizaunidaportugal às 13:24
Sexta-feira, 16.11.07
PANCHO FOI UN GUERRILLEIRO, UN HOME QUE TIÑA E EXERCIA O PODER DAS ARMAS.
PANCHO FOI ESCRUPULOSAMENTE RESPETUOSO CON O POVO TRABALLADOR, OS SEUS.
PANCHO FOI O MAIS HONRADO DOS GUERRILLEIROS QUE EU COÑECI NAS MIÑAS TAREFAS DE COMBATE CONTRA A GUARDA CIVIL E O REGIME FRANQUISTA.
PANCHO FOI UN DOS MELLORES COMBATENTES CONTRA O FRANQUISMO TANTO MORALMENTE COMO EN VALENTIA.
PANCHO NOS FINS DE 1955, POUCO ANTES DE SER ASASINADO POLA ESPALDA POLA GUARDA CIVIL ONDE NASCERA, EN OMBRE, CONTINUAVA A ESTUDAR MARXISMO, COMO DOU FÉ UNHA PERSOA QUE O ENTREVISTOU NUN TRIGAL.
PANCHO FOI O PROMOTOR PARA CONSTRUIR UNHA COVA NA MIÑA CASA PARA ESTARMOS MAIS SEGUROS E PROTEXIDOS DA REPRESIÓN DA GUARDA CIVIL.
PANCHO COMO BON CARPINTEIRO QUE ERA IDEOU E CONSTRUIU A ENTRADA À COVA POLO PRIMEIRO PELDAÑO DA ESCALEIRA DO FAIADO, TAN BEN CAMUFLADA E AXUSTADA QUE A GUARDA CIVIL A PESAR DE SE SENTAR NELA E A MOVER NON A DESCOBREU.
NA COVA SE INSTALARAN UNHA IMPRENTA E UNHA MULTICOPISTA PARA INTRODUCIR PROPAGANDA EN ASTANO, BAZAN, FERROL, MUGARDOS, FENE, NARÓN, ETC.
ATRAVÉS DA MIÑA PERSOA CONTACTARAN PANCHO E PACO FILGUEIRAS, PRIMO CARNAL DE CARMEN FILGUEIRAS: XUNTOS, CARMEN E EU ENTREGAMOS MUITO, TODO, EN FAVOR DOS IDEAIS POLOS QUE LUTAVA PANCHO: O PROLETARIADO GALEGO E MUNDIAL E O SOCIALISMO.
DEPOIS DE PANCHO MORRER, REUNIAMO-NOS NOS MONTES CLANDESTINAMENTE PACO FILGUEIRAS, PACO VALON, JULIO ANEIROS E EU CON RAMÓN, UN ENLACE QUE O PARTIDO COMUNISTA ENVIARA DESDE FRANCIA.
E PARA ACABAR QUERO LER UNHA PARTE DO MANDATO IMPRESCRIPTÍVEL, PUBLICADO EN FEBREIRO DE 1950 EN «O GUERRILLEIRO»:
O MANDATO QUE NUNCA PRESCREVE É A ORDEN DE LUTA PERMANENTE NA GALIZA INSUBMISA, NA GALIZA OBREIRA E CAMPESIÑA, NA GALIZA PESCADORA E MARIÑEIRA.
PANCHO SEMPRE VIVO NA NOSA MEMÓRIA.
GRACIAS.
MEÁ, 1º DE MAIO DE 2007
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por galizaunidaportugal às 13:13
Sexta-feira, 16.11.07
FRANCÊS
Debout, les damnés de la terre
Debout, les forçats de la faim!
La raison tonne en son cratère
C'est l'éruption de la fin.
Du passé faisons table rase
Foules, esclaves, debout, debout
Le monde va changer de base
Nous ne sommes rien, soyons tout!
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
Il n'est pas de sauveurs suprêmes
Ni Dieu, ni César, ni tribun,
Producteurs, sauvons-nous nous-mêmes
Décrétons le salut commun
Pour que le voleur rende gorge
Pour tirer l'esprit du cachot
Soufflons nous-mêmes notre forge
Battons le fer quand il est chaud.
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
L'état comprime et la loi triche
L'impôt saigne le malheureux
Nul devoir ne s'impose au riche
Le droit du pauvre est un mot creux
C'est assez, languir en tutelle
L'égalité veut d'autres lois
Pas de droits sans devoirs dit-elle
Egaux, pas de devoirs sans droits.
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
Hideux dans leur apothéose
Les rois de la mine et du rail
Ont-ils jamais fait autre chose
Que dévaliser le travail
Dans les coffres-forts de la bande
Ce qu'il a crée s'est fondu
En décrétant qu'on le lui rende
Le peuple ne veut que son dû.
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
Les rois nous saoulaient de fumées
Paix entre nous, guerre aux tyrans
Appliquons la grève aux armées
Crosse en l'air, et rompons les rangs
S'ils s'obstinent, ces cannibales
A faire de nous des héros
Ils sauront bientôt que nos balles
Sont pour nos propres généraux.
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
Ouvriers, paysans, nous sommes
Le grand parti des travailleurs
La terre n'appartient qu'aux hommes
L'oisif ira loger ailleurs
Combien, de nos chairs se repaissent
Mais si les corbeaux, les vautours
Un de ces matins disparaissent
Le soleil brillera toujours.
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
C'est la lutte finale
Groupons-nous, et demain
L'Internationale
Sera le genre humain
PORTUGUÊS
De pé, ó vitimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da ideia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra.
Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé, não mais senhores!
Se nada somos neste mundo,
Sejamos tudo, oh produtores!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Senhores, patrões, chefes supremos,
Nada esperamos de nenhum!
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre e comum!
Para não ter protestos vãos,
Para sair desse antro estreito,
Façamos nós por nossas mãos
Tudo o que a nós diz respeito!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Crime de rico a lei cobre,
O Estado esmaga o oprimido.
Não há direitos para o pobre,
Ao rico tudo é permitido.
À opressão não mais sujeitos!
Somos iguais todos os seres.
Não mais deveres sem direitos,
Não mais direitos sem deveres!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Abomináveis na grandeza,
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu.
Querendo que ela o restitua,
O povo só quer o que é seu!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Nós fomos de fumo embriagados,
Paz entre nós, guerra aos senhores!
Façamos greve de soldados!
Somos irmãos, trabalhadores!
Se a raça vil, cheia de galas,
Nos quer à força canibais,
Logo verá que as nossas balas
São para os nossos generais!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo.
Pertence a Terra aos produtivos;
Ó parasitas deixai o mundo
Ó parasitas que te nutres
Do nosso sangue a gotejar,
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos
A Internacional
ESPANHOL
¡Arriba, parias de la Tierra.
En pie, famélica legión!
Atruena la razón en marcha,
Es el fin de la opresión.
Del pasado hay que hacer añicos,
legión esclava en pie a vencer,
el mundo va a cambiar de base,
los nada de hoy todo han de ser.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
Ni en dioses, reyes ni tribunos,
está el supremo salvador.
Nosotros mismos realicemos
el esfuerzo redentor.
Para hacer que el tirano caiga
y el mundo siervo liberar,
soplemos la potente fragua
que el hombre libre ha de forjar.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
La ley nos burla y el Estado
oprime y sangra al productor.
Nos da derechos irrisorios,
no hay deberes del señor.
Basta ya de tutela odiosa,
que la igualdad ley ha de ser,
no más deberes sin derechos,
ningún derecho sin deber.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
¡Agrupémonos todos,
en la lucha final!
El género humano
es la Internacional.
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por galizaunidaportugal às 13:02
Sexta-feira, 16.11.07
As persoas que abaixo asinamos queremos PROCLAMAR através de un sinxelo acto de homenaxe no Cemitério de Meá (Mugardos), às 18 horas do 1º de Maio de 2007, Dia do Internacionalismo Proletário, que FRANCISCO MARTÍNEZ LEIRA, «PANCHO», foi um home, un proletário, que viveu e dou a vida na luta en favor da causa do proletariado galego e mundial: O SOCIALISMO; foi un gerrilleiro en favor do mellor para a Galiza e a Humanidade, non foi un bandoleiro nen un bandido: a sua vida, os seus actos e a sua morte estavan inspiradas nos mellores e mais xenerosos e altruístas princípios que significaran às mais destacadas individualidades da Humanidade.
FRANCISCO MARTÍNEZ ROMERO (FILLO),
J. CARLOS MONTERO MARTÍNEZ (NETO),
JUAN VAZQUEZ LOUREDA (ANIDO),
CARMEN FILGUEIRAS VAZQUEZ,
VICTOR LOPEZ CASAL,
LIBERTAD BARCIA,
VICENTE COUCE FERREIRA.
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por galizaunidaportugal às 12:47