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GALIZA UNIDA PORTUGAL



Segunda-feira, 19.11.07

DISTRIBUIDAS 320 FOLHAS ÀS 13,30 HORAS DA QUARTA-FEIRA, 14 DE NOVEMBRO DE 2007 NA PORTA DA BAZAN

POR QUÉ NO TE CALLAS !!!

«Por qué no te callas !!!» condensa a secular CENSURA monárquica española que PROIBE A VERDADE quer seja a verdade do genocídio secular mundial por ela perpetrado em América, em África, em Ássia, em Europa quer seja a verdade do genocídio interior secular e actual, vejam: exterminados @s republican@s, a República e a vontade popular, Franco, em pleno estado de guerra, decretou, em Março de 1947, a Lei de Sucessão que estabelecia que a Espanha era/é um Reino e que ele, Franco, nomearia o seu sucessor. Franco nomeia João Carlos o seu sucessor a título de Rei, em 1969. Morto Franco, João Carlos é proclamado Rei em 1975. No referendo constitucional de 1978 entra fraudulentamente a monarquia franquista até hoje. Em 23 de Fevereiro de 1981, iniciado o golpe de Tejero, El-Rei espera e, vista a correlação de forças contrária, manifesta-se contrário... Portanto, a monarquia, El-Rei e família são o imposto resultado de um golpe militar fascista vitorioso graças à Alemanha de Hitler, à Itália de Mussolini e ao Portugal de Salazar: agora, no século XXI...

O «Por qué no te callas» de El-Rei em favor de Aznar e Zapatero contra Chavez quer CENSURAR que Aznar é um perigoso DELINQUENTE fascista impune cuja IMPUNIDADE Zapatero garante: Aznar apoiou o golpe contra Chavez na Venezuela; Aznar apoiou, mesmo enviou um vaso de guerra, o golpe na Guiné Equatorial onde fora julgado e condenado por golpista um familiar próximo da Margaret Thatcher, tudo o qual fora reconhecido publicamente pelo Ministro, Sr. Moratinos na TV, sendo DE IMEDIATO obrigado a CALAR; Aznar foi um promotor entusiasta, naquele Março berlinês, do ataque da NATO contra a população civil dos Balcãs no que participaram pilotos espanhóis e não só; Aznar foi o responsável governamental do nojento caso do «Yak-42»; Aznar fotografou-se nos Açores com Bush, Blair e Durão Barroso, a proclamar a MENTIRA das armas de destruição maciça e a VERDADE de um genocídio que ultrapassou as 650.000 pessoas..., nada comparado com os benefícios do petróleo que passa dos cem dólares por barril, para finaciar mais guerra, sobretudo a CLIMATOLÓGICA !!!; Loiola de Palâcios, Comissária de Transportes, Aznar e Arsénio Fernández de Mesa e Diaz del Rio, deixaram chegar até a Galiza para conluiados procurar entre o 13 e o 19 de Novembro de 2002 o ponto que irradiasse chapapote a mais quilómetros de costa galego-portuguesa e não apenas. A IMPUNIDADE dos actores está garantida graças a ZP que em quatro anos de governo ao mais que chegou foi ao «Plan Galicia de mierda» saido da boca da Ministra de Fomento e reduzir ASTANO a nada, militarizando-o. Aznar, com tanta oposição mobilizada, anunciou UMA VITÓRIA ELEITORAL NUNCA VISTA a qual se conseguiria a meio de um impactante atentado que atribuído a ETA e no meio de grandes mobilizações populares por ele convocadas e encabeçadas, dar-lhe-iam a VITÓRIA ELEITORAL NUNCA VISTA, hipotese esta e a anterior nunca investigadas como os atentados de Vigo e Redondela anteriores ao 13 de Novembro de 2002. Aznar privatizou para entregar ao espólio todo o Sector Público que restava dos governos de F. González para a fauna empresarial espanhola e a diplomacia fascista fazer contrabando de petróleo na Bolívia e quem sabe onde, para além dos danos ao operariado e a cidadania.

Aznar, perigoso DELINQUENTE fascista impune cuja IMPUNIDADE Zapatero garante pode escrever livros nos que abertamente apela, como a Conferência Episcopal, a COPE, Tele-Madrid, El Mundo, etc, para o GOLPISMO historicamente auspiciado pela monarquia, El-Rei, a Igreja, os militares e o empresariado. No decurso da monaquia espanhola a gama golpista é IMENSA, têm muito onde escolher. As actividade de Aznar contra a Humanidade por Bush financiadas é o que o tornam um perigoso DELINQUENTE fascista impune cuja impunidade ZP garante.

É em momentos como estes onde a linha divissória entre monárquicos e republicanos, entre conspiradores, sabotadores, golpistas e demócratas é mais nítida, por isso nós que levamos muito tempo alertando das perigosas actividade de Aznar e do PP, apelamos para a sua ilegalização o qual se conseguiria, com certeza, se exerceramos o direito de INSURREIÇÃO.

Em Ferrol, quarta-feira, 14 de Novembro de 2007

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL



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por galizaunidaportugal às 13:21

Segunda-feira, 19.11.07

DISTRIBUIDAS 320 FOLHAS ÁS 13,30 HORAS DA QUINTA-FEIRA 8 DE NOVEMBRO DE 2007 NA PORTA DA BAZAN

A T E N T A D O D O 1 1 - M

Quien ha sido Senhorias ? interroga o Sr. Acebes, Ministro do Interior, e outros integrantes do governo do Sr. Aznar e um clamor siliencioso responde, tu, tu, tu, tu e tu...; tu Acebes, tu Ignácio Astarloa, tu Eduardo zaplana, tu Mariano Rajoy e, sobretudo, tu José Mari Aznar que reages conforme ao plano previsto com uma celeridade que surpreende, convocando o próprio dia 11 às 14,45 horas manifestações contra o terrorismo, a tua escusa e a de todos os governos para negar as liberdades das nações e dos povos, manifestações que por ti encabeçadas, criariam um estado mediático-emocional na população tão favorável a ti e ao teu partido que o PP obteria o Domingo, 14 uma MAIORIA ABSOLUTA NUNCA VISTA; e tudo graças a ti, Duce...: responde José Mari, responde PP, que pretendiais com a convocatória, derrotar o terrorismo ou A MAIORIA ABSOLUTA NUNCA VISTA para o PP implementar um golpe de Estado que já se iniciara em Euskal Herria com o assassinato de um «rojo» a mãos de dous «falangistas» da Polícia Nacional?.

O que urdisteis foi de tanta finura que o próprio Lehendakari às 9,30 horas dou-vos a razão e mesmo a dia de hoje vo-la dá o madeiro Diaz Mera; o «missing» Zarzalejos, e hu é ? Olha que finos fostes que a única hipotese da autoria investigada, julgada e condenada foi a de uns narco-traficantes e bufos de terceira divisão que trabalhavam para a Guarda Civil, alguns mesmo absolvidos e que ETA não tinha nada a ver..., mais nada. A hipotese mais plaussível de um Crime de Estado com 192 vítimas por ti e os teus perpetrado para três dias depois obterdes A MAIORIA ABSOLUTA NUNCA VISTA, lembras-te montanhaslejanasbanderasalviento ?, essa hipotese, justo essa, é que não se investiga, nem sequer se contempla como hipotese, num país, o Reino da Espanha, onde a sua população não merece um governo que lhes minta e onde não existe a IMPUNIDADE !!!, o Sr. Rubalcaba, Ministro do Interior, dixit. Não existe a impunidade, por isso Sainz de Yniestrilhas, assassino do deputado do Congresso, Josu Muguruza, anda ceivo por Euskadi uma e outra vez; por isso Mayor Oreja, eurodeputado, e «La Voz de Galicia» continuam a seu labor sem novidade depois de proclamar a PLACIDEZ do franquismo, placidez que nós desejamos lhes seja aplicada; por isso continuam sem novidade o seu labor a COPE e a Conferência Episcopal, Tele-Madrid, El Mundo, ABC, La Razón, etc.; Sr. Rubalcaba, Inhaki Gabilondo e a cidadania votante do PSOE, e o resto, merecem um governo que não tome as pertinentes medidas legais contra eles ? Sr. Rubalcaba, merece a população um governo que apoia com a presença do Sr. Moratinos a beatificação de 498 nazistas por um Papa e um Vaticano cúmplices necessários de todos os genocídios da história nomeadamente o nazi-franquista ? Depois do 11-M, as cousas não sairam como estavam previstas por Aznar e os seus devido a que alguns lhes vimos o rabo e reagimos, quatro horas depois, com a mesma celeridade e as manifestações viraram de contido: passaram de ser pro-Aznar-PP como estava previsto para ser contra Aznar-PP como não estava previsto e a população aterrorizada da sua MAIORIA ABSOLUTA NUNCA VISTA, o dia 14, concentrou o voto no PSOE; o caso da Galiza é significativo: PP perde 100.000 votos igual que o BNG para o PSOE ganhar 200.000 votos. Depois, durante quatro anos, ZP e o seu governo, garantiram a IMPUNIDADE dos conspiradores, sabotadores e golpistas, dos herdeiros e saudosos do «PLÁCIDO» franquismo, para chegar à situação actual que, segundo o Sr. Montilha, nada menos que o presidente da Generalitat, é muito parecida à de 1936. Se o diagnóstico é correcto o remédio é EVITAR golpes como os de Casado-Besteiro-Cipriano Mera, o remédio é a Frente Popular e decidamente, preventivamente, armar o povo para exercermos o direito de INSSURREIÇÃO. Ferrol, quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL


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por galizaunidaportugal às 13:15

Segunda-feira, 19.11.07

DISTRIBUIDOS MAIS DE DOIS MIL TRÍPTICOS FEITOS NA IMPRENTA DA DEPUTAÇÃO PROVINCIAL DE A CRUNHA COM APOIO DOS CONCELHOS DE FENE E CEDEIRA

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por galizaunidaportugal às 13:04

Segunda-feira, 19.11.07

COM ESTA IMAGEM, TAMBÉM PARA O TRÍPTICO, COLADOS E DISTRIBIDOS PELA GALIZA TODA MAIS DE TRÊS MIL CARTAZES FEITOS NA DEPUTAÇÃO PROVINCIAL DE A CRUNHA

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por galizaunidaportugal às 13:02

Segunda-feira, 19.11.07

DISTRIBUIDAS DUAS MIL FOLHAS COM O PROGRAMA DO


CONGRESSO INTERNACIONAL

«A RESISTÊNCIA DA GALIZA AO FRANQUISMO»


DATA: DIAS 8, 9, 10, 11 E 12 DE OUTUBRO DE 2007


LOCAL: SALÃO DE ACTOS DO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ESTEIRO EM FERROL



  1. A importância de Ferrol nos acontecimentos para a derrocada da República espanhola e a imposição pela força das armas do regime franquista, definido pela Resolução da ONU de 12 de Dezembro de 1946 como fascista, estabelecido graças à ajuda da Alemanha nazi de Hitler e a Itália fascista de Mussolini e culpável de conspiração para cometer CRIMES CONTRA A PAZ, desencadeiando a II Guerra Mundial, não tem qualquer dúvida.

  2. O desconhecimento do duplo papel de Ferrol para derrotar o golpe planejado por Mola e Ferrol tomado pelo franquismo resultar decissivo para a derrota da República, é a causa de querermos organizar um Congresso Internacional, pela sua temática, denominado «A Resistência da Galiza ao Franquismo».

  3. O número, a procedência e significância das VÍTIMAS do franquismo na cidade de Ferrol obriga a procurar a participação, apoio, colaboração e/ou financiamento de diferentes Concelhos da área, das Deputações Provinciais, da Junta da Galiza e mesmo do governo do Reino da Espanha para além dos governos doutros países como EUA, México, Cuba, Bulgâria, Portugal, nacionais dos quais foram afuzilados em Ferrol pelo franquismo.

  4. A importância da tua assistência, da tua participação, do teu apoio, da tua colaboração não merece qualquer explicação para o conhecimento, reconhecimento, difusão, etc. da VERDADE HISTÓRICA, sequestrada durante décadas.

  5. Se és vítima, ou familiar de vítima, do franquismo, a tua VOZ, o teu testemunho deve ser escutado, tem que ser escutado, por um acto de elementar JUSTIÇA.


Contacta connosco no e-mail: agzvgf@hotmail.com


PROGRAMA


Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007


MANHÃ


9,30: Acto de Abertura com personalidades convidadas.

10,00: CONFERÊNCIA: Ferrol Derrota o Golpe de Mola: Os Cabos Republicanos da Armada.

11,15: CONFERÊNCIA: Benjamim Balboa.

12,30: CONFERÊNCIA: Acontecimentos no «Libertad», «Cervantes», «Jaime I»: os Protagonistas.


TARDE


16,00: CONFERÊNCIA: A Batalha de Ferrol, dias 20, 21 e 22 de Julho de 1936.

17,15: CONFERÊNCIA: Ferrol franquista decissivo para a derrota da República.

18,30: CONFERÊNCIA: os Verdugos Franquistas em Ferrol.


Terça-feira, 9 de Outubro de 2007


MANHÃ


10,00: CONFERÊNCIA: A Participação da Alemanha de Hitler na Guerra contra a República (tropas, frota, aviação, artilharia, blindados, Legião Côndor, etc.).

11,15: CONFERÊNCIA: A Participação da Itália de Mussolini na Guerra contra a República.

12,30: CONFERÊNCIA: Ferrol, Vigo, A Crunha, a Galiza bases nazistas durante uma década, 1936-46.


TARDE


16,00: CONFERÊNCIA: A Participação do Portugal Salazarista na Guerra contra a República.

17,15: CONFERÊNCIA: A Participação dos EUA, GB, França, etc. na Guerra contra a República: financiamento, combustível, transporte, etc.; o Comité de Não Intervenção.

18,30: CONFERÊNCIA: Franco desencadeia a II Guerra Mundial ?


Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007


MANHÃ


10,00: CONFERÊNCIA: A Solidariedade Internacional Não Governamental: as Brigadas Internacionais.

11,15: CONFERÊNCIA: A Solidariedade Internacional Governamental: URSS, México, etc.

12,30: CONFERÊNCIA: O Tribunal Militar Internacional de Nuremberga (Mercedes Nunhez).


TARDE


16,00: CONFERÊNCIA: O Tribunal Militar Internacional de Nuremberga: o Caso da Áustria.

17,15: CONFERÊNCIA: O Tribunal Militar Internacional de Nuremberga: o Caso da Checoeslováquia.

18,30: CONFERÊNCIA: O Tribunal Militar Internacional de Nuremberga: o Caso da República espanhola.


Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007


MANHÃ


10,00: CONFERÊNCIA: A Resistência Popular da Galiza.

11,15: CONFERÊNCIA: A Resistência Linguística e Cultural da Galiza.

12,30: CONFERÊNCIA: A Resistência Diplomática da Galiza.

TARDE


16,00: CONFERÊNCIA: A Resistência Política da Galiza.

17,15: CONFERÊNCIA: A Resistência à Espoliação Económica da Galiza.

18,30: CONFERÊNCIA: A Resistência Armada da Galiza (1936-1965).


Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007


10,00: A VOZ DAS VÍTIMAS DO FRANQUISMO e actos poético-musicais.

12,00: Roteiro em auto-carro pela cidade: Cantão, Arsenal, Escola Obreira, Ponte das Cabras, Alcampo, Trincheira, as Pedras de Carança, Vilar Quinte e Cemitério de Serantes com homenagem.

13,30: Entrega de Diplomas.

14,30: Comida-Festa de Fraternidade.



Junta de Governo da


ASSOCIAÇÃO DA GALIZA DE VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA


MANUEL LOPES ZEBRAL,

ALFREDO DEL RIO LÓPEZ,

JUAN VAZQUEZ LOUREDA (ANIDO)

E CARMEN FILGUEIRAS VAZQUEZ




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por galizaunidaportugal às 12:38

Segunda-feira, 19.11.07

CAMPANHA DE ABAIXO-ASSINADO CONTRA OS FOGOS DE HONRA AO MARQUÊS DE AMBOAGE PROMOVIDOS PELA VEREADORA DE CULTURA DE FERROL, IOLANDA DIAS

As pesoas abaixo asinadas MANIFESTAMO-NOS CONTRÁRIAS aos «Fogos de HONRA ao Marqués de Amboage», Ramón Plá, previstos para as 22,30 horas do 31 de Agosto de 2007, dia de San Ramón, no Programa de Festas de Verán 2007 de Ferrol da Concellalia de Cultura, Festas e Promoción Turística e SOLICITAMOS A SUA ANULACIÓN porque:

  • É indigno honrar um indivíduo ASOCIADO à «trata negreira» e tráfico de escravos.

  • Os 18.000 €, tres millons de pesetas, queimados en foguetes estarian muito mellor empregados no financiamento de axudas às entidades sociais e cidadás.

En Ferrol, 12 de Agosto de 2007


NOME E APELIDOS DNI ASINATURA

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por galizaunidaportugal às 12:34

Segunda-feira, 19.11.07

...

ESCRITO REGISTADO EM DIFERENTES INSTITUIÇÕES EM 29 E 30 DE JULHO DE 2007 PARA COMEÇAR A CAMPANHA DO CONGRESSO INTERNACIONAL A RESISTÊNCIA DA GALIZA AO FRANQUISMO


PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE FENE


EX.MO SENHOR:


As pessoas que integramos a Junta de Governo da ASSOCIAÇÃO DA GALIZA DE VÍTIMAS DO GENOCÍDIO FRANQUISTA com o número 2007/010408/1 (SC) no Registo Geral de Associações da Direcção Geral de Interior da Conselharia de Presidência, Justiça e A.P., da Junta da Galiza e morada a efeitos de notificação em FERROL CP 15.406, rua Henrique Granados, nº 3, 2º Esq dirigimo-nos a V. para

DIZER:

  1. A importância de Ferrol nos acontecimentos para a derrocada da República espanhola e a imposição pela força das armas do regime franquista, definido pela Resolução da ONU de 12 de Dezembro de 1946 como fascista, estabelecido graças à ajuda da Alemanha nazi de Hitler e a Itália fascista de Mussolini e culpável de conspiração para cometer CRIMES CONTRA A PAZ, desencadeiando a II Guerra Mundial, não tem qualquer dúvida.

  2. O desconhecimento do duplo papel de Ferrol para derrotar o golpe planejado por Mola e Ferrol tomado pelo franquismo resultar decissivo para a derrota da República, é a causa de querermos organizar um Congresso Internacional denominado «A Resistência da Galiza» que se celebraria em Ferrol durante os dias 8, 9 , 10, 11 e 12 de Outubro de 2007 do que lhe juntamos o esboço de programa, aberto e susceptível de qualquer modificação.

  3. O número, a procedência e significância das VÍTIMAS do franquismo na cidade de Ferrol obriga a procurar a participação, apoio, colaboração e/ou financiamento de diferentes Concelhos da área, das Deputações Provinciais, da Junta da Galiza e mesmo do governo do Reino da Espanha para além dos governos doutros países como EUA, México, Cuba, Bulgâria, Portugal, nacionais dos quais foram fuzilados em Ferrol pelo franquismo.

  4. A importância da participação, apoio, colaboração, financiamento da Universidade não merece qualquer explicação para o conhecimento, reconhecimento, difusão, etc. da VERDADE HISTÓRICA, sequestrada durante décadas, por tudo o qual


SOLICITAMOS:


    • A participação, apoio, colaboração, financiamento, etc. do seu Concelho para a realização do dito Congresso.

    • Um encontro com você para pormenorizar tudo o relativo ao programa, eventos, etc.


Com os melhores cumprimentos

Em Ferrol, quarta-feira, 25 de Julho de 2007


ASSDO. PRESIDENTE: MANUEL LOPES ZEBRAL, BI: 32.594.383-W
ASSDO. VICE-PRESIDENTE: JUAN VAZQUEZ LOUREDA, BI: 32.545.181-C
ASSDO. SECRETÁRIO: ALFREDO DEL RIO LÓPEZ, BI: 32.619.087-G
ASSDO. TESOUREIRA: CARMEN FELGUEIRAS VAZQUEZ, BI: 32.496.821-Y






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por galizaunidaportugal às 12:23

Segunda-feira, 19.11.07

DECLAREMOS ILEGAL O FRANQUISMO (Distribuidas em Compostela em quarta-feira, 25 de Julho de 2007)

Ao acabar a manifestação regressemos à Alameda e concentrando-nos no «Palco da Música», proclamemos que «o regime de Franco, pela sua origem, natureza, estrutura e conduta geral, É UM REGIME FASCISTA modelado sobre, e em grande medida ESTABELECIDO GRAÇAS À AJUDA RECEBIDA DA ALEMANHA NAZI DE HITLER E A ITÁLIA FASCISTA DE MUSSOLINI, e também culpável de CONSPIRAÇÃO para cometer CRIMES CONTRA A PAZ desencadeiando a II Guerra Mundial», como declarara a ONU na Resolução de 12 de Dezembro de 1946, entrementres o Tribunal Militar Internacional de Nuremberga (EUA, UK, Fr. e URSS) estava a julgar para condenar Hitler, Göering, Krupp, etc., até 23 dirigentes o III Reich, o próprio III Reich, o Partido Nacional-Socialista Obreiro Alemão, o sindicato nazi, etc., pessoas, entidades e instituições que integravam o regime hitleriano, pelo CRIME DE PLANEJAR A GUERRA, CRIMES CONTRA A PAZ, CRIMES DE GUERRA E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE devido às atrocidades cometidas ao atacar, invadir e ocupar diferentes países desde Setembro de 1939 até 1945, contemplando os anteriores casos da Áustria e a Checoeslováquia, sem julgar e condenar os nazistas pelos mesmos CRIMES ao atacar, invadir e ocupar a República espanhola com danos que perduram a dia de hoje para a população da Galiza, o principal dos quais, a espoliação da República Federativa da Galiza e Portugal.
Como proclamaram Castelão, Soares Picalho, Elpídio Vila Verde, Alonso Rios e Alfredo Somoça na acta de constituição em 1945 do Conselho da Galiza: os [ditos] mandatários (...) defenderão o direito de Autodeterminação para o povo que representam (...) advogando por uma união pactuada de todos os povos diferentes (...) da Península dentro dum Estado plurinacional republicano (...), hoje é preciso proclamar que um povo como o galego que se está a opor obstinadamente à dominação nazi-fascista espanhola durante mais de setenta anos, um povo que durante esses anos está decididamente alinhado do lado dos aliados para lutar contra o nazi-fascismo, esse povo deve ser LIVRE, esse povo deve ser INDEPENDENTE.
Assim no-lo reclamam Alonso Rios, o Senhor Afrânio, cuja convição o levou a morrer no degredo e na indigência em 1980, Mercedes Nunhez, do Estado Maior da Resistência Francesa ao Nazismo, Pepe Velo, «Anido» e tantas outras pessoas que integraram e integram a Resistência galega, a popular, a armada, a política, a diplomática, a internacionalista, etc., DEMANDA cuja implementação virá de IMEDIATO se exercemos os direitos universais reconhecidos no artigo 7.3 da Constituição portuguesa: «Portugal defende o direito dos povos à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento também como, contra toda forma de opressão, o direito de INSURREIÇÃO».

Em Compostela, quarta-feira, 25 de Julho de 2007

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 12:10

Segunda-feira, 19.11.07

IMPLACÁVEL ATAQUE À LIBERDADE E A DEMOCRACIA (Distribuida em segunda-feira, 11 de Junho de 2007)

As Companhias Brancas (1371), os Cem Mil Filhos de São Luís (1833), a Legião Côndor, o Corpo di Truppe Volontarie, Sarkozy, Condoleeza Rice, Ban Ki Moon, Aznar e o Centaure, etc., determinaram, determinam e determinarão com a escusa pertinente (agora o anúncio de ETA) um IMPLACÁVEL ATAQUE À LIBERDADE E A DEMOCRACIA.
É como um golpe de estado anunciado e a prazo afixado que se consumará em Março de 2008 ganhe quem ganhar as eleições gerais com uma progressiva regressão democrática que apagará qualquer expectativa republicana, livredeterminista, socialista, etc., para garantir até Março de 2012 a «ESPANHA UNA, GRANDE Y LIBRE» sem qualquer direito individual e colectivo.

O «verão sangrento» anunciado por Bush para despistar a derrota do Iraque e a pertinente ofensiva mundial das forças armadas dos EUA e os seus aliados desencadeiada no Líbano, Palestina, Chequia, Polónia, etc., com o referente VITORIOSO do nazi Sarkozy, também é para atacar na Galiza e no território do Reino da Espanha e IMPEDIR se consume a VITÓRIA DEMOCRÁTICA das eleições municipais, restituindo no que se puder o poder institucional perdido pelo PP e, sobretudo, exercendo uma PRESSÃO EXTERNA e interna sobre ZP, à que se submete, para se tornar um enfatuado ÊMULO DO PP, cumprimentando todas e cada uma das bem estudadas reivindicações CONTRA A DEMOCRACIA dos conspiradores, sabotadores e golpistas representados pelo PP projectadas através e com o concurso dos média: não pactuar o governo municipal de Pamplona com ANV, encarcerar De Juana Chãos e Otegui, impedir tomar posse a representação democraticamente elegida de ANV, ilegalizar ANV, etc., quer dizer, governar às ordens do que o PP «diktar», COMENTENDO UMA GIGANTESCA FRAUDE CONTRA O MANDATO das pessoas que não votaram o PP, agora tornadas em VOTANTES DE ETA pela graça de Aznar, quer dizer, ETARRAS às que se pode e DEVE aplicar a Lei Anti-Terrorista, a Lei de Partidos, prissão incondicional sem fiança, etc. Eis o alvo do discurso de ZP do Sábado passado no Comité Federal do PSOE: A CIDADANIA, a começar pela galega; Zapatero anúncia um IMPLACÁVEL ataque à cidadania com a escusa de ETA, reiteramos, nomeadamente à galega e em particular à da Ria de Ferrol: implacável contra a cidadania MOBILIZADA.
É por isso que a cidadania temos que livrar uma dura e dilatada batalha que durará até Março de 2008, batalha que ganharemos se A CIDADANIA DA GALIZA UNIDA E DETERMINADA da respostas MOBILIZADORAS DE CARÁCTER NACIONAL, organizadas pela Assembleia Nacional da Galiza que deve reunir pessoas, entidades e instituições, SEM EXCLUIR NINGUÉM, para a cidadania exercermos os direitos reconhecidos na legalidade internacional e recolhidos no artigo 7.3 da Constituição portuguesa: «o direito à Autodeterminação e Independência e ao Desenvolvimento, também como contra toda forma de opressão o direito de INSURREIÇÃO».

Em Ferrol, segunda-feira, 11 de Junho de 2007

COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 11:42

Segunda-feira, 19.11.07

TOD@S NO MOLHE C. CORUJEIRAS, DOMINGO ÀS 12 HORAS (Distribuida em sexta-feira, 1 de Junho de 2007)

Imaginemos que a Alexandre Morão Lhordens, Juiz Decano de Ferrol e titular do nº 7, clandestinamente reunido com o Estado Maior golpista do Almirantazgo no Clube de Oficiais do Montão em Carança, IGNOMÍNIA paga com dinheiro público com que orna Ferrol o colonialismo espanhol, lhe fora ordenado MÃO DURA contra a rebeldia dos pessoas que defendemos a VIDA na Ria de Ferrol. Imaginemos uma urgente e improvissada reunião da Junta de Juízes onde o nosso «rojigüaldo» herói ameaçasse com as sete pragas qualquer juiz ou juiza desobediente e/ou indiferente às ordens dadas...
Reconheçamos que muitas pessoas ao ler isto pensarão que é MUITO IMAGINAR. A realidade porém e contumaz: PRISSÃO INCONDICIONAL E SEM FIANÇA para o representante da Confraria de Pescadores de Ferrol como se fosse o que deitou a T-4 do aeroporto de Baralhas em Madrid e a seguir uma «carga» da polícia e a guarda civil cuja brutalidade projectou a TV; o que a TV não projectou foi a disposição de «copo», de cerco, das forças policiais, que, na nossa opinião, indicia a prêvia decisão de «cargar» fossem quais forem os acontecimentos. Experimentados militares, pagos com dinheiro público, são os que desenham e dirigem estes operativos cujo objectivo é abrir as cabezas das pessoas que a meio dos seus impostos os financiam e afinal são eles os que governam, decidem eles, seja qual for o poder político que os manda; dá igual Fernández de Mesa y Diaz del Rio que Ameixeiras.
E todo esse magma fascista integrado por militares, polícias e juízes, UNIDO E DETERMINADO, é a «lei» que rege a Monarquia espanhola nomeadamente Ferrol, cidade MILITAR E MILITARIZADA, onde os políticos,
tod@s, estão quer às suas ordens quer submiss@s; como se não se pode explicar que a dia de hoje nenhum del@s DENUNCIASSE publicamente os nomes e apelidos dos oficiais que mandam os rebocadores que a Armada enviou contra os barcos d@s mariscador@s ou a ajudar a rebocar o gaseiro e quais os nomes dos Chefes que lhes deram a ordem e como a justificaram. Ninguém esclareceu ainda se a Infantaria da Marinha foi aquartelada, como uma boa fonte afirmou, e por que.
O gaseiro que partiu às 11 horas de hoje leva o nome do herói argelino MOURAD DICHOUCHE, dirigente da Frente de Libertação Nacional que morreu aos 28 anos na luta armada contra o colonialismo francês em Janeiro de 1955. Resgatamos uma parte do por que da sua luta adequado à Galiza:
OBJECTIVOS INTERNOS: saneamento político do movimento nacional revolucionário para destruir a corrupção e o reformismo. Ajuntar e organizar todas as energias sãs do povo galego para a liquidação do sistema colonial.
OBJECTIVOS EXTERNOS: internacionalização da causa da Galiza. Realização da UNIDADE galego-portuguesa no seu âmbito natural lusófono. No âmbito das Nações Unidas, afirmação da nossa simpatia pelas nações que apoiariam a nossa acção libertadora.
MEIOS DE LUTA: continuação da luta por todos os meios até atingir os nossos objectivos.(Declaração da FLN de 1/11/1954).
Em Ferrol, sexta-feira, 1 de Junho de 2007
COMISSÃO PARA A REUNIFICAÇÃO NACIONAL DA GALIZA E PORTUGAL

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por galizaunidaportugal às 11:07

Segunda-feira, 19.11.07

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Why Explore Space?
By Michael Griffin
Administrator
National Aeronautics and Space Administration (NASA)
Publicado em 17 de Janeiro de 2007
As NASA resumes flights of the space shuttle to finish building the International Space Station, many are questioning whether the project – the most complex construction feat ever undertaken – is worth the risk and expense.
I have been asked, and asked myself, this question many times during my career, particularly when the United States lacked a plan to go beyond the space station to other destinations in the solar system.
The issue was addressed eloquently in the report of the Columbia Accident Investigation Board, which examined the 2003 loss of the shuttle and its crew. That report pointed out that for the foreseeable future, space travel is going to be expensive, difficult and dangerous. But, for the United States, it is strategic. It is part of what makes us a great nation. And the report declared that if we are going to send humans into space, the goals ought to be worthy of the cost, the risk and the difficulty. A human spaceflight program with no plan to send people anywhere beyond the orbiting space station certainly did not meet that standard.
President Bush responded to the Columbia report. The administration looked at where we had been in space and concluded that we needed to do more, to go further. The result was the Vision for Space Exploration, announced nearly three years ago, which commits the United States to using the shuttle to complete the space station, then retiring the shuttle and building a new generation of spacecraft to venture out into the solar system. Congress has ratified that position with an overwhelming bipartisan majority, making the Vision for Space Exploration the law of the land.
Today, NASA is moving forward with a new focus for the manned space program: to go out beyond Earth orbit for purposes of human exploration and scientific discovery. And the International Space Station is now a stepping stone on the way, rather than being the end of the line.
On the space station, we will learn how to live and work in space. We will learn how to build hardware that can survive and function for the years required to make the round-trip voyage from Earth to Mars.
If humans are indeed going to go to Mars, if we’re going to go beyond, we have to learn how to live on other planetary surfaces, to use what we find there and bend it to our will, just as the Pilgrims did when they came to what is now New England – where half of
them died during that first frigid winter in 1620. There was a reason their celebration was called “Thanksgiving.”
The Pilgrims were only a few thousand miles from home, and they were accomplished farmers and artisans. And yet, when they came to an unfamiliar land, they didn’t know how to survive in its harsh environment. They didn’t know what food would grow and what wouldn’t. They didn’t know what they could eat and what they couldn’t.
The Pilgrims had to learn to survive in a strange new place across a vast ocean. If we are to become a spacefaring nation, the next generation of explorers is going to have to learn how to survive in other forbidding, faraway places across the vastness of space. The moon is a crucially important stepping stone along that path – an alien world, yet one that is only a three-day journey from Earth.
Using the space station and building an outpost on the moon to prepare for the trip to Mars are critical milestones in America’s quest to become a truly spacefaring nation. I think that we should want that. I want that. I want it for the American people, for my grandchildren, for my great-grandchildren.
Throughout history, the great nations have been the ones at the forefront of the frontiers of their time. Britain became great in the 17th century through its exploration and mastery of the seas. America’s greatness in the 20th century stemmed largely from its mastery of the air. For the next generations, the frontier will be space.
Other countries will explore the cosmos, whether the United States does or not. And those will be Earth’s great nations in the years and centuries to come. I believe America should look to its future – and consider what that future will look like if we choose not to be a spacefaring nation.
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por galizaunidaportugal às 10:53


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